As universidades brasileiras mais respeitadas pelas empresas

A consultoria britânica QS (Quacquarelli Symonds) divulgou recentemente um ranking das melhores universidades entre os países emergentes que fazem parte do quarteto dos Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul).

Além de apontar as melhores instituições do grupo e do Brasil, o estudo também avaliou as universidades sob o ângulo da reputação diante de empregadores e do mercado de trabalho em geral.

Ao contrário da classificação geral, o ranking que leva em conta o ponto de vista das empresas não é liderado apenas por instituições públicas. Embora USP e Unicamp ocupem o topo, faculdades particulares como PUC-SP e PUC-Rio também aparecem entre as primeiras posições.

Além da reputação no mercado, a lista geral se baseou em indicadores como reputação acadêmica, proporção entre docentes e estudantes, número de professores com phD e produtividade em pesquisas.

As universidades brasileiras com melhor colocação são:

10º – USP

12º – UNICAMP

29º – UFRJ

36º – UNESP

Fonte: http://exame2.com.br/mobile/carreira/noticias/as-universidades-brasileiras-mais-respeitadas-pelas-empresas

Quando é hora de buscar um novo emprego?

Mudar constantemente de emprego é uma atitude cada vez mais comum. A velocidade dos acontecimentos nas empresas versus as expectativas dos colaboradores contribui para esta nova realidade e exige um novo modo de pensar. De acordo com o especialista em inteligência motivacional e gestão de pessoas, Marcus Garcia, professor do Instituto Superior de Administração e Economia (ISAE), um jovem, por exemplo, que entra como trainee em uma empresa almeja em até três anos estar em uma posição de gestão bem consolidada e se não acontece, buscará novos horizontes.

Outra razão para as mudanças de emprego, segundo o professor, é a disputa de empresas por talentos, que chegam a fazer propostas milionárias para contar com os melhores profissionais. “O mercado hoje não considera negativo trocar de trabalho, desde que exista o bom desempenho onde atua”, aponta. Para quem deseja buscar um novo emprego, deve avaliar se o perfil da instituição atende ao que se espera.

“Muitos profissionais são movidos pelo novo, pelas mudanças e dificuldades inerentes à profissão. A ausência de oportunidades de ascensão a novos cargos e patamares salariais pode ser um fator que desmotive com o passar do tempo. Um ponto de partida é verificar nos portais, a Missão, Visão e Valores de uma empresa. As redes sociais, tanto reais quanto virtuais, também são poderosas ferramentas para obter conhecimento sobre uma empresa em relação aos seus funcionários”, indica o especialista.

Há quem queira deixar de ser colaborador em uma empresa privada para se tornar um empresário ou funcionário público. Em ambos os casos, o colaborador precisa avaliar o que realmente quer e saber ponderar tudo. “O empreendedorismo é algo que pode ser aprendido e se transformar em uma oportunidade de negócio. Só que para isso é seguro buscar informação com um órgão de fomento antes de dar qualquer passo, como o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas”, orienta o professor.

O emprego público, sempre tão almejado por causa de suas melhores condições de salários, benefícios e adicionais de salário pode não ser vantajoso para todos. “Em uma repartição pública, um fator decisivo pode ser a velocidade com a qual a pessoa prefere fazer as coisas. Quem é muito agitado ou cheio de ideias pode acabar frustrado”, completa o professor Marcus Garcia.

Fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/carreira/quando-e-hora-de-buscar-um-novo-emprego/112149/

Como lidar quando você odeia o cargo, mas ama a empresa?

Um estudo feito pelo LinkedIn em 2015 descobriu que 50% dos millenials que deixaram seus empregos, o fizeram por falta de oportunidades de crescimento na carreira. Enquanto para alguns mudar de trabalho é uma decisão fácil de se tomar, para outros é mais complicado, pois, apesar de não estarem felizes em seu cargo, eles amam as empresas na qual estão.

Aaron Michel, co-fundador e CEO da PathSource, escreveu três dicas de como escapar de um trabalho que você odeia sem sair de uma empresa que você ama.

1. Pergunte-se se você está no departamento certo

Escolher uma carreira nunca é fácil. Muitos precisarão de algumas tentativas até descobrir qual área realmente desejam seguir.

O LinkedIn também descobriu que, ao mudar de emprego, 34% das pessoas escolhem um cargo completamente diferente do qual ocupavam anteriormente. Em outras palavras: mudar o rumo da sua carreira drasticamente é mais comum do que você pode imaginar.

Em primeiro lugar, converse informalmente com os colegas de outros departamentos. Veja o que desperta o seu interesse. Faça uma lista de posições que podem ser uma opção melhor para você. Descubra quais são os requisitos para essas funções. Provavelmente, há habilidades que você já possui e outras que você precisa trabalhar.

Em seguida, converse com seu chefe. Fale com o seu gerente sobre querer explorar outras opções dentro da empresa. Seja claro que você não quer deixar a organização, mas você gostaria de experimentar outros papéis.

Fique de olho em vagas que abrem dentro de sua empresa. Se alguma interessar, demonstre abertamente que gostaria de ocupá-la. Por já estar na empresa e ser conhecido, pode ter prioridade na hora de preencher a vaga.

2. Seja voluntário em trabalhos fora da sua área

Talvez você esteja apenas entediado. Você sabe que não está pronto para uma promoção, mas já sabe bem o que faz e as tarefas do dia-a-dia tornaram-se tediosas.

Se for esse o caso, procure oportunidades fora do seu papel para apimentar sua rotina. Talvez existam maneiras de você ajudar sua equipe a ficar mais eficiente. Se ofereça para ajudar os outros. Quando surgir um problema, descubra como resolvê-lo, em vez de apenas passá-lo para o seu superior. Você pode ser surpreendido como isso melhora seus sentimentos em relação ao seu trabalho.

Um estudo da Society for Human Resource Management neste ano descobriu que 89% dos funcionários se sentem mais envolvidos com o seu trabalho, se eles são capazes de tomar medidas quando vêem uma oportunidade. Às vezes, tudo que você precisa é sentir-se um pouco mais envolvido.

3. Discuta abertamente uma promoção

Se você está confiante sobre o seu plano de carreira, mas sente que você superou sua posição, é hora de conversar com seu gerente sobre dar o próximo passo. Converse com seu gestor sobre isso.

Às vezes, para obter o que deseja, tudo o que você tem que fazer é pedir.

Um estudo de 2014 feito pela Accenture descobriu que, enquanto apenas 44% dos trabalhadores pediram uma promoção, 68% daqueles que pediram conseguiram.

Venha armado com provas concretas de como o seu trabalho tem impactado a organização.

Não tenha medo de perguntas sobre o por que você ainda não avançou na empresa. Isso vai ajudá-lo a se concentrar em maneiras de melhorar e se preparar para a próxima etapa. Você pode até mesmo ver se é possível começar lentamente a assumir novas responsabilidades, a fim de provar que você pode lidar com um novo papel.

“Você pode amar a sua organização, mas querer desesperadamente querer um cargo diferente. Você pode sorrir e aguentar ou relutantemente sair para outro emprego. Ou em vez disso, você poderia tomar a situação em suas próprias mãos. Não tome o caminho mais fácil”, finaliza Michel.

Fonte: http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/como-lidar-quando-voce-odeia-o-cargo-mas-ama-a-empresa

5 velhos conselhos sobre busca de emprego que não valem mais

A internet mudou radicalmente a forma de procurar emprego. Se, no passado, o candidato precisava se debruçar sobre os classificados do jornal para “garimpar” uma única vaga, hoje ele encontra dezenas delas com poucos cliques.

Isso não significa que achar a oportunidade profissional mais adequada ao seu perfil seja necessariamente mais fácil.

Afinal, se é inegável que os empregadores se tornaram mais acessíveis graças às mídias digitais, também é verdade que as exigências deles se tornaram maiores e mais complexas.

De acordo com Jorge Martins, gerente de divisão da consultoria de recrutamento Robert Half, o mercado de trabalho tem solicitado profissionais cada vez mais especializados.

Hoje, as empresas não contratam mais “gerentes” ou “analistas” aptos a trabalhar em qualquer área, como era comum no passado. Elas preferem pessoas altamente qualificadas para resolver problemas cada vez mais específicos.

Some-se a isso outra novidade de grande impacto: as redes sociais. A enorme visibilidade trazida por esses meios exige que o profissional redobre sua atenção quanto à própria imagem – um cuidado especialmente importante quando vai procurar emprego.

Enquanto, no passado, vida pessoal e profissional eram muito separadas uma da outra, hoje é muito mais fácil confundi-las. Se não souber gerir estrategicamente a sua presença em redes sociais como LinkedIn e Facebook, você corre o risco de afastar recrutadores e perder oportunidades.

Diante de tantas mudanças, é importante “passar a limpo” velhas regras sobre busca de emprego que já não cabem na realidade atual. Veja a seguir 5 conselhos tidos como ultrapassados por três especialistas:

1. “Candidate-se a qualquer vaga, o importante é que o seu currículo chegue até a empresa”

Até um passado recente, diz Martins, era relativamente comum enviar o CV para um potencial empregador mesmo que a vaga anunciada não tivesse nada a ver com o seu perfil. “Como o processo de recrutamento era mais lento, não era tão ruim para a empresa receber um currículo fora de contexto, porque ele poderia ser aproveitado de alguma forma”, explica ele.

Hoje, com diversos processos automatizados, o departamento de recursos humanos é cada vez mais cobrado por eficiência – e não lhe sobra quase nenhum tempo para analisar currículos não solicitados.

Isso também vale para eventuais contatos que você tenha dentro da empresa onde quer trabalhar, afirma Marcelo Nóbrega, autor do livro “Você está contratado!” (Editora Évora). “Só mande o seu CV se o seu conhecido tiver pedido”, diz ele. “Caso contrário, o destino da sua mensagem será o lixo”.

2. “Aceite a vaga que vier, só não fique muito tempo desempregado”

É claro que passar tempo demais fora do mercado prejudica a carreira – e o bolso. Ainda assim, não é interessante dizer sim à primeira oportunidade que aparecer, diz Nóbrega. “Se a vaga não tiver nada a ver com você, você pode fracassar e até ser demitido”, explica ele. “Isso para não dizer que uma passagem fora de contexto pode comprometer a coerência do seu currículo no futuro”.

Hoje, estar desempregado não tem mais o mesmo peso simbólico que tinha quando funcionários e patrões eram mais fiéis uns aos outros. Num momento para os negócios em que a única certeza é a imprevisibilidade, as relações de trabalho se tornaram mais “líquidas” e, via de regra, têm durado menos tempo do que no passado.

Nesse novo contexto, as demissões se tornaram cada vez mais comuns -e não carregam mais o mesmo estigma do passado. “Não é mais o fim do mundo dizer que você está desempregado, e por isso você não precisa mais topar qualquer coisa só para se recolocar”, afirma Nóbrega.

3. “Ir se apresentar pessoalmente pode deixar uma boa impressão”

Forçar um encontro presencial com alguém da empresa onde você quer trabalhar dificilmente renderá bons resultados. Segundo Martins, a falta de tempo da vida moderna requer cuidados extras na hora de se aproximar de um empregador.

A não ser que você tenha sido convidado, orienta o gerente da Robert Half, jamais vá pessoalmente entregar o seu currículo. Para ele, o candidato pode no máximo usar o telefone. “Ligar para dizer que você viu uma vaga e acredita estar apto para preenchê-la pode demonstrar interesse e segurança”, diz. “Mas faça isso apenas se de fato estiver inteiramente pronto e capacitado para a função”.

Até imprimir o currículo está deixando de fazer sentido. Segundo Silvio Celestino, sócio-fundador da Alliance Coaching, o que importa hoje em dia é ter um perfil no LinkedIn com as palavras-chave mais importantes. “Em uma apresentação presencial, é bom ter uma cópia impressa do CV, mas isso só vem muito tempo depois”, explica ele.

4. “É melhor não dizer quanto você realmente ganhava”

Ao buscar emprego, é preciso discutir com clareza as suas intenções salariais. Até para se ter alguma base de negociação, não há alternativa senão dizer qual era a sua remuneração no emprego anterior.

No passado, alguém poderia pensar que, se mentisse sobre o salário recebido na última empresa, poderia pedir mais ao contratante. Hoje, além de desonesta, essa tática está fadada ao fracasso. Afinal, ficou muito mais fácil checar esse tipo de informação.

Apoiados em bancos de dados e diversos canais de comunicação com o mercado, os recrutadores estão muito mais blindados a blefes de qualquer tipo, afirma Martins.

5. “Para fisgar o interesse da empresa, não deixe nada de fora do seu currículo”

Com o tempo cada vez mais curto, a maioria dos profissionais de RH só dá atenção a currículos objetivos e enxutos. Assim, não passa de uma ilusão acreditar que um longo CV indicará que você tem uma trajetória rica e robusta. Na verdade, a única mensagem que você passará será a de que não sabe resumir um texto – isso se ele for lido.

Assim, em vez de listar exaustivamente as suas competências e passagens profissionais, é melhor elaborar um currículo claro e preciso em no máximo duas páginas.

Segundo Martins, também é importante fazer um documento que seja adaptável. “Faça uma versão no CV para cada processo seletivo, incluindo ou excluindo informações em função da sua relevância para a oportunidade em questão”, explica.

Fonte: http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/5-velhos-conselhos-sobre-busca-de-emprego-que-nao-valem-mais

10 sinais que o seu próximo emprego pode ser uma roubada

O caminho percorrido para conseguir um novo emprego costuma ser árduo. Desde a elaboração do currículo, busca de vagas de trabalho, entrevistas e dias de espera por respostas positivas, pode ser um processo bem cansativo.

Justamente por isso as pessoas normalmente ficam bastante empolgadas quando recebem uma oferta de emprego. A tentação pra dar uma resposta positiva rapidamente é muito grande, pois sempre fica o receio de acabar perdendo uma grande oportunidade.

Mas é muito importante que você respire fundo, tenha calma e observe possíveis sinais de alerta existentes nesta proposta. Veja aqui alguns deles:

  1. Você sente que tem algo de errado

Acredite na sua intuição. Muitas vezes há inputs muito sutis que estão gerando essa sensação de insegurança em você, e pode ser que sejam reais.

  1. Sua família e seus amigos não apoiam a mudança

Converse com eles e tente escutar com carinho quais são as restrições levantadas. Estas pessoas (via de regra) querem o seu bem e vale a pena escutar o que têm a dizer.

  1. O entrevistador reclama da própria empresa

Se a própria pessoa que quer te convencer a entrar já está reclamando ou fazendo piadas, a chance de esta não ser uma boa oportunidade pra você é grande.

  1. Ninguém pára nesta posição

Tente descobrir quantas pessoas trabalharam nesta posição nos últimos 5 anos. Se houve muita rotatividade ou problemas com todas as pessoas anteriores é provável que haja algo de errado com a empresa.

  1. As pessoas que trabalham lá parecem estar infelizes, cansadas ou entediadas.

Quando for à entrevista, tente observar o clima da empresa e veja se você se sentiria bem neste ambiente.

  1. O entrevistador está um pouco desesperado para te contratar

Se você sentir que estão te vendendo demais a vaga ou que estão fazendo promessas muito boas para serem verdade, provavelmente não é uma boa. É o clássico “quando a esmola é muita, o santo desconfia”.

  1. Quando você faz perguntas, as respostas são evasivas

Boas empresas sabem dar respostas diretas e têm orgulho delas. Cuidado se você sentir que estão te enrolando.

  1. A proposta veio diferente do que foi combinado na entrevista

Às vezes o que se diz é uma coisa e o que se escreve é outra. Quando isso acontece é sempre um mau sinal.

  1. O salário é a parte mais atrativa da proposta

Uma boa proposta de emprego costuma trazer consigo desafios, projetos, benefícios e possibilidades. Se o único atrativo real for o salário, cuidado.

  1. A empresa está te apressando a tomar uma decisãoCuidado com empregadores que exigem que você tome uma decisão na pressão. Nunca é um bom sinal. Emprego novo não deve ser uma “compra de impulso”.