Empresa prepara currículos sob medida e ajuda profissionais em busca de recolocação

Com 100% de satisfação de seus clientes, a CV PRA VC tem ajudado bons profissionais a voltar para mercado de trabalho.

Depoimentos de alguns clientes:

Renata azevedo – Gerente de atendimento PontoPPT
“Nunca entendi porque não me chamavam para entrevistas. Depois do trabalho que vocês fizeram, consegui entrar em quatro processos seletivos e hoje estou no emprego que eu queria. Obrigada!”

Sabrina Generali – Gerente de marketing grupo SM
“Gostei do Coaching Pack porque ele é simples, direto e realmente me deu informações importantes.”

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5 habilidades para as profissões do futuro

Programação, capacidade de racionar de forma mais rápida e habilidade para conseguir trabalhar de formas flexíveis são algumas das habilidades apontadas pela consultoria de recrutamento Michael Page como essenciais para a próxima geração de profissionais. Com base nas novas demandas que têm surgido nas empresas e no mercado de trabalho, os especialistas da consultoria apontaram quais capacidades farão diferença daqui para frente. Nem todas exigem afinco em cursos tradicionais ou aprofundamentos técnicos. São fundamentalmente ligadas à gestão, visão e liderança.

1. Estudo e domínio de programação 
Programar virou tão ou mais importante do que saber inglês. Ao menos é assim que a consultoria define a importância de dominar programação para os profissionais do futuro. Segundo Ricardo Basaglia, diretor executivo da Michael Page. Com a automatização dos novos processos, as empresas precisarão de pessoas que dominem linguagens diferentes de programação – o tal “saber escrever código (code)”. “A demanda por profissionais com essa habilidade deve ser maior do que a de uma pessoa que domine um segundo idioma”, diz Basaglia.

2. Adaptação a novos regimes de trabalho 
A consultoria prevê que a dificuldade em conseguir uma vaga no mercado formal de trabalho aumentará nos próximos anos. “Será crescente o volume de pessoas dispostas a atuar como terceiros, temporários, freelancers ou em startups e fintechs”, afirma Ricardo Basaglia. Diante desse cenário, os profissionais precisarão se adaptar a regimes alternativos de trabalho, que fogem do modelo presencial, das 9h às 18h. “Essa nova organização do trabalho já está em curso e terá mais espaço e vagas para aqueles que se dispuserem a atuar em modelos de trabalho alternativos ao convencional”, diz o executivo.

3. Visões e competências para a terceira idade 
As novas profissões do futuro não incluem apenas aprendizado sobre tecnologias, programação ou serviços digitais. Com o envelhecimento da população e aumento da expectativa de vida haverá novas perspectivas profissionais para quem olhar a terceira idade, segundo a Michael Page. Profissões como cuidador e habilidades para desenvolver produtos e serviços destinados a esse público terão grande demanda.

4. Inteligência computacional
Raciocínio rápido e capacidade de resolver problemas complexos no curto prazo serão habilidades cada vez mais cobradas pelas empresas, segundo Ricardo Basaglia. É conseguir, por exemplo, receber uma enorme quantidade de dados e informações e gerenciá-las de forma eficiente na resolução de problemas e desafios. “Essa geração terá de agir com muita rapidez e eficiência. Serão cobrados por isso. Terão de reagir com muita agilidade para superarem desafios mais complexos”, diz o executivo da Michael Page.

5. Habilidade prática 
Uma das buscas atuais das empresas, segundo a consultoria Michael Page, é a busca por funcionários que trabalhem de forma prática no dia a dia. Não apenas em termos de governança, mas de gestão e tomada de decisão. “As empresas procurarão funcionários orientados à resolução de problemas complexos, com raciocínio crítico, flexibilidade cognitiva e que saibam administrar pessoas. Quem tiver essas habilidades associadas a um bom perfil técnico e comportamental será bem assediado no mercado”, diz Ricardo Basaglia.

Fonte: Época Negócios

O que fazer quando o recrutador some e não dá notícias da vaga?

Quem está procurando emprego sabe que não é raro quando o recrutador não dá resposta sobre um processo de seleção. Com receio de demonstrar ansiedade, muitos profissionais ficam sem saber o que fazer.

“Dois meses atrás, fui contatado por Whatsapp por uma empresa e em seguida recebi um telefonema do próprio supervisor da área a que meu trabalho interessava. Ele disse que estava separando meu currículo no RH da empresa e pediu para esperar um mês que o departamento entraria em contado. Já se foram dois meses desde o primeiro contato. Entro em contato com o supervisor da área que iniciou a conversa ou posso esquecer da vaga?”

Segundo Renata Fillippi, headhunter da STATO, quando o entrevistador/recrutador dá um prazo e nada acontece, o candidato pode entrar em contato para saber se permanece dentro do processo ou se a vaga já foi fechada. “Nesse caso, após 35 dias, ele já poderia ter ligado para o supervisor”, diz.

De acordo com ela, não é bom deixar passar muito tempo desde o prazo dado para fazer o acompanhamento, ou follow up no jargão corporativo. Ela indica que o candidato procure sempre falar com a pessoa com quem conversou sobre a oportunidade e que faça o controle das datas.

“Sugerimos aos profissionais que estão mandando currículos e participando de processos seletivos que mantenham uma planilha atualizada com o nome da empresa, da pessoa com quem conversou, telefone, e-mail e data do último contato”, afirma.

Além de demonstrar interesse, o profissional que manda um e-mail ou liga para saber da vaga quando não recebe o contato na data indicada dá sinal de organização. “Não é prejudicial quando o acompanhamento é feito no tempo certo. Pelo contrário, é até bem visto”, diz.

Ao procurar o recrutador, diga quando conversaram pela última vez e pergunte se continua no processo. Se a vaga já tiver sido fechada, o candidato pode agradecer e dizer que segue à disposição para outras oportunidades que surgirem na empresa, se assim quiser. “Ele pode dizer claramente que trabalhar naquela empresa o interessa”, diz.

Se o recrutador não der prazo e sumir, mandar um e-mail entre duas e três semanas após o último contato pode ser uma boa ideia. “Não existe uma receita de bolo, o que vale é usar o bom senso. Fazer o acompanhamento do processo não significa ligar a cada três dias para saber se há alguma novidade”, diz.

Apostar na empatia e tentar se colocar no lugar do recrutador é uma boa alternativa para quem está na dúvida sobre o que fazer. Se você estivesse conduzindo uma seleção, o que iria considerar razoável?

Um bom jeito de balizar expectativas é perguntar após a conversa quanto tempo ele imagina que processo seletivo vai levar ou para quando está prevista a próxima etapa, de acordo com a headhunter.

A desorganização pode ser a razão por que o entrevistador não deu resposta alguma para o candidato e essa é uma falha dele, mas nem sempre a falta de contato acontece por isso. “No caso de consultorias, por exemplo, o headhunter pode apresentar os candidatos e o cliente sumir”, diz.

Em processos conduzidos diretamente pelo RH da empresa, a liderança pode decidir congelar o processo seletivo. Sem informações para dar, o feedback não chega.

No entanto, com motivos válidos ou não válidos, a regra do bom recrutador é sempre dar a resposta para todos os candidatos. “Todos devem receber feedback”, afirma. E, de preferência, o profissional deve saber o motivo pelo qual não seguiu no processo, quando ele é avisado de que não foi selecionado. “Essa é a recomendação”, diz.

Fonte: Exame.com

10 dicas para se dar bem na entrevista de emprego em inglês

Vamos imaginar uma situação feliz: seu currículo foi selecionado para aquela vaga de emprego linda que você comemorou quando viu no Facebook, a primeira entrevista foi um sucesso e ali mesmo já lhe disseram que em uma das etapas da seleção haverá uma entrevista em inglês.

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Vamos lá, se o seu inglês é fluente e você está atualizada quanto aos termos técnicos da sua profissão, maravilha! Mas se o seu nível está mais para intermediário ou básico e você está um pouquinho enferrujada na conversação, vai precisar se preparar para não fazer feio no dia desse papo.

As professoras de inglês Rosângela Souza, fundadora da Companhia de Idiomas, e Carolina Ferrari, professora particular, nos deram 10 dicas para facilitar sua vida na hora de provar, também em inglês, que é a melhor candidata para a vaga.

1. Não se candidate a vagas que peçam nível de inglês mais elevado que o seu

O anúncio da vaga pede inglês fluente e o seu é intermediário? É melhor deixar pra lá e continuar estudando para, no futuro, poder se candidatar a uma oportunidade semelhante. Você só terá chances reais de se dar bem se seu nível de inglês estiver de acordo com as expectativas da empresa.

Mas vamos que você tenha mentido no currículo (acontece, ninguém aqui está julgando) e vai fazer a entrevista. Prepare-se para talvez ter alguma dificuldade e provavelmente não passar dessa fase. E, sinceramente, agradeça por não passar. “Imagine se na primeira semana tem uma reunião com estrangeiros? É preciso entender cada um deles e ainda falar algo relevante para causar uma boa impressão”, exemplifica Rosângela.

2. Faça algumas aulas de conversação focadas na futura entrevista

As aulas precisam ser individuais e formuladas para as suas necessidades, por isso são mais proveitosas se feitas com uma professora particular ou em uma escola que disponibilize esse tipo de serviço. O ideal é que você consiga explicar exatamente o que precisa praticar, e em que nível.

“São aulas sobre o vocabulário específico de que o candidato precisa e com simulações de entrevistas. Aprender palavras é fácil com a internet e na TV, mas para a prática é necessário que haja uma professora que faça as correções pontuais e proporcione uma prévia do que poderá ser a entrevista”, explica Carolina.

3. Atualize-se em inglês sobre as notícias relacionadas à área de atuação da empresa

Falar sobre atualidades da área em que você trabalha também é um clássico das entrevistas de emprego, tanto em português quanto em inglês. Para a etapa na língua estrangeira, prepare-se lendo notícias em sites americanos, ingleses, canadenses, australianos – ou seja, de países em que o inglês seja a língua-mãe. Ver vídeos sobre essas notícias também ajuda bastante, pois treina os ouvidos para o inglês e pode enriquecer seu vocabulário.

4. Estude sobre a empresa

Além de perguntar sobre você, o entrevistador possivelmente vai querer ouvir suas razões para querer trabalhar naquela empresa especificamente. Sabendo mais sobre a história, os destaques positivos e a atuação dela no mercado hoje em dia fica muito mais fácil responder.

Se for uma multinacional, procure no site em inglês da empresa dados sobre o cargo que você pretende ocupar. Anote o vocabulário usado ali, estude. Se não for o caso, busque esse tipo de informação em sites em inglês de empresas do mesmo ramo.

 

5. Treine os falsos cognatos

Falsos cognatos são aquelas palavras superparecidas em português e em inglês, mas cujos significados não têm nada a ver quando traduzidas. E elas ficam muuuito feias quando colocadas incorretamente no meio de uma frase em inglês.

As professoras apontam as cinco a que você deve ficar mais atenta:

– actually = na verdade/de fato (não “atualmente”)

– anticipate = prever (não “antecipar”)

– college = faculdade (não “colégio”)

– lecture = palestra (não “leitura”)

– particular = específico/exato (não “particular”)

 

Durante a entrevista:

 

6. Peça para o entrevistador repetir algo que você não tenha entendido

O entrevistador pode ser estrangeiro ou ter uma prática de inglês muito superior à sua, mesmo que seu inglês seja fluente – pode ser que ele trabalhe o dia todo falando em inglês e você não, por exemplo. E pode acontecer de você não entender algo que ele diga.

Não tenha vergonha de dizer isso. Siga o conselho de Carolina: “É melhor ser honesta, dizer que não entendeu e pedir para ele repetir o que falou ou refazer a pergunta do que tentar responder e acabar dizendo algo completamente sem sentido”.

 

7. Fale no ritmo em que se sentir mais confortável

Falar inglês rápido não é sinônimo de ser mais fluente que a própria rainha Elizabeth. Pense bem: há brasileiros que falam português rápido e outros que falam devagar, certo? E todos são fluentes no idioma. O mesmo vale para o inglês como língua estrangeira. “Falando rápido, você pode errar mais”, afirma Rosângela. “É melhor prestar atenção ao conteúdo e a forma do que fala e praticar um ritmo em que você se saia bem”.

 

8. Não traduza um pensamento em português diretamente para o inglês

muitas diferenças na construção das frases em inglês e em português: a ordem das palavras, as expressões, as preposições. Durante uma entrevista em inglês, procure não pensar em português. Você estudou e estuda para conseguir construir suas ideias em inglês, então faça isso. Deixe o português do lado de fora da sala de entrevista.

 

9. Mantenha a calma se der um branco

Todo mundo pode esquecer como se fala uma palavra ou como se constrói uma ideia. E em qualquer idioma – quantas vezes você já usou o verbo “coisar” porque não lembrava de algo simples como “comprar” ou “construir”? No caso de esquecer algo em inglês, fique calma e procure um sinônimo. Não há problema nenhum em interromper um pouco a própria fala e refazer a frase que estava falando, para encaixar a palavra nova.

 

10. Se perceber que cometeu um erro, siga em frente

Falou uma palavra errada? Conjugou um verbo horrorosamente mal? Deu um escorregão monstro na concordância? Tudo bem. Se quiser se corrigir no ato, simplesmente diga “I’m sorry” e fale a versão corrigida. Se achar que o erro não foi tão bizarro assim, continue falando como se nada tivesse acontecido. O entrevistador analisa o todo da entrevista e não irá eliminá-la por causa de um engano ou dois.

Fonte: Site M de Mulher

5 frases proibidas em entrevistas de emprego

Com desemprego de 13,7% no primeiro trimestre e 14,2 milhões de pessoas em busca por recolocação, ter destaque em entrevistas de emprego é imensamente relevante – tanto quanto ter o perfil da vaga desejada.

Gerente de engenharia da Talenses, empresa especializada em recrutamento de profissionais de média e alta gerência, além de consultoria junto a clientes e candidatos, Gabriel Almeida listou 5 frases que considera “proibidas” durante uma entrevista de emprego:

1 – “Avalio apenas posições com aumento salarial”“Por mais que a remuneração seja um ponto importante para aceitar ou recusar uma proposta de emprego, cada vez mais as empresas buscam profissionais engajados e que contribuam com o desafio/projeto oferecido”, diz o especialista.

Para ele, é importante citar outros fatores de interesse, como crescimento pessoal e profissional; benefícios; cultura organizacional; exposição e escopo de responsabilidade.

2 – “Meu antigo/atual gestor não é um líder/ não é competente”

Falar mal do empregador anterior é tiro no pé. “A relação entre gestor e subordinado muitas vezes é complexa, mas não deve ser exposta em uma entrevista, muito menos quando é citado o nome do gestor ou dos pares. Evite expor outros profissionais desnecessariamente”, alerta.

Ele sugere: “saiba quais são os pontos que levaram a má relação com o gestor [anterior] e apresente apenas os aprendizados para seu relacionamento com um futuro gestor”.

3 – “A culpa foi minha”

É importante reconhecer imperfeições, mas “se perguntado sobre insucessos, busque focar nas lições aprendidas, evidenciando que o erro não será repetido”, afirma Almeida.

“Lembre-se que, em uma entrevista é importante destacar exemplos de sucesso e resultados consistentes em suas passagens. Sinceridade é fundamental, mas não se coloque em uma situação negativa desnecessariamente”.

4 – “Meu inglês está enferrujado”

Não é o caso de mentir, mas, atualmente, é essencial exercitar o inglês para ser competitivo no mercado de trabalho. “Existem diversas ferramentas que podem ‘desenferrujar’ o idioma e garantir aquela oportunidade que você sempre sonhou”, analisa.

5 – “Não tenho/sei meus pontos a desenvolver”

“Todo profissional precisa saber quais são seus pontos a desenvolver, se não souber peça um feedback para o seu gestor, pares e/ou subordinados”, avisa o especialista. “Prepare-se para conversar sobre esses pontos em uma entrevista e, principalmente, mostre quais ações você vem tomando para reduzir esses “gaps””, continua. “Dica: evite falar pontos comuns como ansiedade”.

Fonte: http://www.infomoney.com.br/carreira/emprego/noticia/6421869/frases-proibidas-entrevistas-emprego

4 sinais de que você precisa de um novo emprego

Tudo que é bom tem um fim. Às vezes, isso significa deixar um emprego que você amava porque o trabalho não é mais suficiente para você. Talvez esteja acomodado, desmotivado, ou simplesmente a vaga antiga não é mais adequada às suas habilidades. No geral, é importante ouvir você mesmo, afirmou Apryl Zarate Schlueter, autora do livro Finding Success in Balance: My Journey to The Cheerful Mind (Algo como Buscando sucesso no equilíbrio: minha jornada rumo a uma mente feliz, em tradução livre), ao Business Insider.

“Digamos que você sinta que está destinado a fazer mais. Muita gente tende a ignorar esse sentimento – eu, inclusive, já ignorei – por causa do medo e da incapacidade de ver um caminho claro para chegar aonde você quer chegar”, disse Apryl. Mas além desse sentimento, quais são os sinais de que é hora de buscar novas oportunidades? Existem alguns. Confira:

1. Você não se sente desafiado
Este é provavelmente o sinal mais óbvio de que seu emprego não é mais suficiente para você. “Você não sente que está mais aprendendo e não se sente testado”, diz Lynn Taylor, especialista em ambiente de trabalho e autora do livro Tame Your Terrible Office Tyrant: How to Manage Childish Boss Behavior and Thrive in Your Job (Dominando seu terrível tirano no escritório: como ludar com um chefe infantil).

É importante diferenciar esse sentimento de um tédio comum. Toda profissão tem um dia menos interessante de tempos em tempos. Mas se esse sentimento for constante a ponto de você não querer sair de casa para trabalhar, pode ser um problema.

“Você sente que suas ações poderiam praticamente ser substituídas por inteligência artificial, porque a solução de problemas se tornou uma rotina automática”, afirma Lynn. “É claro que levou tempo para você desenvolver as habilidades necessárias, mas você pode acabar perdendo essa noção porque repete as mesmas tarefas da mesma forma.”

Segundo Lynn, coisas como aumento de salário, bônus e um bom escritório podem reduzir a sensação de não estar sendo desafiado por algum tempo, mas no longo prazo, nada vai te ajudar se você acha que seu trabalho ficou fácil demais. “Infelizmente, muita gente acaba ficando no mesmo emprego porque é confortável, mas depois se arrependem por não ter mudado antes”, diz Lynn.

2. Não há muitas oportunidades para expandir suas responsabilidades atuais
Se há alguma oportunidade de aumentar suas responsabilidades no emprego atual em vez de abandonar a empresa, pode ser uma boa opção. Para Apryl, os profissionais que sentem que seu emprego atual não é mais suficiente devem seguir alguns passos, para determinar se estão só de mau humor ou se há algo mais sério.

a. Imagine seu emprego dos sonhos baseado nas suas habilidades.

b. Identifique tantos detalhes quanto possível. Isso significa se perguntar questões como: qual seria o trabalho? Qual seria o salário? Onde a empresa seria localizada? Quantas pessoas seriam chefiadas por mim?

c. Compare esse trabalho com o seu atual cargo, identificando as áreas similares e as diferenças principais.

d. Explore a possibilidade de alinhar o emprego atual à sua expectativa no seu cargo atual. Se não houver possibilidade de mudança na empresa em que você trabalha, considere mudar de emprego.

3. Você fica muito animado ao pensar no emprego dos sonhos
Robert Dickie, autor de Love Your Work (Ame seu trabalho), disse ao Business Insider que se você está muito animado com a possibilidade de sair do emprego atual e começar a trabalhar em outra empresa, você provavelmente está pronto para mudar de emprego.

“Amar o que você faz te dá um poder que os outros profissionais que estão só preocupados em bater o ponto não têm”, diz Dickie. “Você terá energia para trabalhar duro por horas e por isso ganhará espaço no novo emprego. As pessoas que odeiam seu trabalho podem fingir que trabalham duro, mas o desempenho vai eventualmente cair. Paixão é algo difícil de conter e fácil de identificar.”

4. Você está recebendo ótimas propostas
Receber propostas de outras empresas ou perceber o interesse de seus contatos que trabalham no mesmo setor definitivamente é um sinal de que você é um candidato que chama a atenção de potenciais empregadores – e que superou a vaga atual.

“Cedo ou tarde, todos crescem demais para o cargo que ocupam”, diz Lynn. “Ao longo da sua carreira, você pode perceber que ganhar uma promoção na empresa em que trabalha é um sonho distante – ou isto pode ser pouco interessante, baseado nas suas experiências.”

Se você sente que seu emprego atual não é suficiente para suas expectativas, mas não está recebendo outras propostas, pode ser hora de começar uma busca silenciosa por emprego.

Fonte: http://epocanegocios.globo.com/Carreira/noticia/2017/04/4-sinais-de-que-voce-precisa-de-um-novo-emprego.html

5 respostas que pegam mal na hora da entrevista de emprego

“Meu ponto a melhorar? Sou muito perfeccionista”
Essa até doí no ouvido do recrutador de tão batida que é. Uma boa dica é pensar em algo que é mesmo o seu ponto fraco, mas que não é essencial para desenvolver o seu trabalho.

“Não, eu não gosto de trabalhar em equipe, mas precisa né?”

Sim, seja verdadeiro na entrevista, mas cuidado para não extrapolar na sinceridade.

“Eu devo ser contratado, pois estou há mais de um ano desempregado e preciso muito de um emprego”

Na hora da entrevista, deixe o seu desabafo de lado e foque nos seus diferenciais, na sua força de vontade e no quanto você quer aquela oportunidade


“Difícil essa pergunta” ou “Nossa, não sei nem como começar a responder”

As vezes uma pergunta pode te pegar de surpresa. A melhor dica mesmo é treinar suas respostas antes de ir para a entrevista

“Estou procurando um novo emprego, pois detesto meu chefe atual”

Falar mal de antigos empregadores ou das empresas onde você trabalhou mancha a sua imagem. A ideia passada é: se ele fala mal da empresa atual, falará mal da minha também

Diploma não garante emprego, e jovens repensam a carreira

País ganhou mais 3 milhões de desempregados em 2016 e 900 mil formandos entraram no mercado

Por ano, cerca de 900 mil pessoas se formam na faculdade, segundo dados do Ministério da Educação (MEC). Em busca de uma vaga, eles dão de cara com um mercado de trabalho cada vez mais achatado. Só em 2016, o volume de empregos encolheu 1,9 milhão de vagas. É a crise afetando principalmente os jovens, que terão que achar uma colocação em um cenário que ganhou, só no último ano, 3 milhões de desempregados. Diante desse desafio, já tem muita gente repensando carreiras e mudando de sonho.

Em março deste ano, Felipe Reis, 25, vai se formar em engenharia civil com notas acima da média, além do diferencial de ter cursado disciplinas na Inglaterra durante um ano. Ele conta que, quando entrou na Universidade Federal de Ouro Preto (Ufop), em 2010, havia uma disputa acirrada entre as grandes empresas, que praticamente laçavam os recém-formados na porta da faculdade. Agora, para conseguir um emprego, Reis acha que a alternativa será fazer um curso técnico.

“Está tão difícil que nem estágio remunerado eu consegui. Então, eu pretendo voltar a um curso de técnico em edificações, pois acho mais fácil conseguir me colocar assim”, afirma Reis. O universitário diz que tem visto muitos amigos engenheiros serem contratados como analistas.

Outra alternativa seria seguir a carreira acadêmica. “Eu sempre fui contra professores que dão aula sem terem atuado na prática. Mas, infelizmente, talvez tenha que partir para esse caminho. Está muito difícil. Tem muita gente com experiência voltando ao mercado, e as vagas, que são poucas, ficam muito concorridas”, lamenta Reis.

O sonho de Aurez da Silva Santos, 29, é fazer um curso superior de gestão em segurança privada para atuar na área administrativa. Mas, por hora, terá que se contentar com um curso técnico de segurança do trabalho. “É o que está cabendo no bolso neste momento. E isso porque eu consegui uma bolsa de 50%”, conta Santos, que procura por emprego de vigilante patrimonial.

Disputa. O professor de economia da Faculdade IBS/ Fundação Getúlio Vargas (FGV) Flávio Correia afirma que os jovens estão entre os mais afetados pela crise, ao lado de profissionais na faixa dos 55 aos 60 anos. “Os jovens não têm a experiência e ainda terão que concorrer com esses profissionais mais velhos, que também estão procurando emprego. A recontratação ainda vai demorar um pouco, pois os empregadores precisam ter certeza da retomada econômica. Acredito que as propostas de mudanças, como flexibilização das leis trabalhistas, serão importantes para incentivar a retomada”, comenta o professor da FGV.

Menos oportunidades. Nos últimos dois anos, a taxa geral de desemprego em Belo Horizonte subiu de 6,6% para 11,5%. A dos jovens de 18 a 24 anos foi de 16,9% para 25,8%, segundo o IBGE.

Geração sem preparo para crise

A quantidade de jovens em busca de emprego é grande, mas nem todos estão dispostos a aceitar as oportunidades que aparecem. Jacqueline Rezende, especialista em gestão estratégica de pessoas e diretora da Sias Educação e Consultoria, afirma que a juventude nunca enfrentou uma crise tão pesada e não está preparada para passar por ela.

“Eles precisam entender que o mercado funciona sob pressão e que a entrega tem que ir além do combinado, tem que vestir e suar a camisa. Ansiosos, muitos chegam à entrevista perguntando sobre quando serão promovidos. Já ouvi até a seguinte pergunta: será que essa empresa vai emendar o Carnaval?”, revela.

Segundo Jacqueline, a cada 15 entrevistas de emprego que marca com candidatos de 20 a 32 anos, apenas oito comparecem. Acima de 35 anos, esse número sobe para 12.

A especialista ressalta que, hoje, o comportamento do entrevistado tem o mesmo peso da qualificação. “Não adianta chegar com um currículo esplendoroso. É preciso aliar as competências técnicas às comportamentais”,diz.

Jacqueline considera ser fundamental usar bem o tempo em cursos, buscar trabalhos voluntários e assistir a palestras gratuitas.

Fonte: http://www.otempo.com.br/capa/economia/diploma-n%C3%A3o-garante-emprego-e-jovens-repensam-a-carreira-1.1429031

Com bolsa de estudos atrasada, doutora distribui currículo na rua

Amanda Brum é uma pesquisadora de sucesso. A bióloga está no terceiro pós-doutorado – uma vida de estudos que em qualquer outra realidade lhe garantia uma vida financeira saudável. Mas, na atual situação do país, a realidade é outra. Brum foi vista nessa semana distribuindo currículo em um sinal do bairro Botafogo, no Rio de Janeiro. Ela está há quase três meses sem receber a bolsa de pesquisa da Faperj, que é de R$ 4.100.

Segundo o site do O Globo, a Faperj confirmou que os pagamentos dos meses de novembro e dezembro da pós-doutoranda não foram depositados. No desespero, Amanda vestiu uma camisa preta com a frase: “Bióloga mestre doutora procurando emprego”. Foram distribuídos 100 currículos. A postagem no Facebook garantiu a divulgação além do esperado: 2,8 mil curtidas e mais de 3 mil compartilhamentos em quatro horas. E diversas pessoas pediram o currículo da Amanda na rede social.

“Tive a ideia em um dia de desespero, vendo meninos vendendo bala no sinal. Pensei: qual é a diferença entre eles e eu distribuindo currículo? Alguns amigos acharam uma boa ideia, outros foram contrários. No começo eu tremi muito. Era uma situação desconfortável explicar como fui parar ali. Semprei estudei no ensino público, a população é que me pagou. Os motoristas ficaram consternados. Alguns nem abriam o vidro do carro, outros acharam que eu era pedinte”, conta a pesquisadora.

E se engana quem pensa que ela não tentou pedir emprego em sua área. A jovem explica que bateu perna entre universidades e laboratórios, mas não conseguiu oportunidades.

Fonte: http://cidadeverde.com/economiaenegocios/81430/com-bolsa-de-estudos-atrasada-doutora-distribui-curriculo-na-rua

Boa dica para buscar emprego em 2017: ‘Ninguém quer se aliar a perdedores’

Muitas empresas demitiram e reduziram custos. O número de desempregados cresceu e a chance de uma nova oportunidade ficou menor devido à concorrência. Por isso, para se reinserir é preciso estar preparado.

Segundo o especialista em recursos humanos Júlio Pugliesi, passar uma imagem negativa durante entrevistas de emprego pode custar a oportunidade. “Ninguém quer se aliar a perdedores. Todo mundo quer se aliar a ganhadores”, argumenta.

Para o especialista, uma má impressão durante a entrevista pode fazer com que o contratante pense que o candidato está desanimado e que “não vai ser um profissional eficiente”, explica.

Recolocação no mercado
Com mais de 30 anos de experiência como vendedor, o aposentado Darli Moreira resolveu participar de uma entrevista para buscar uma recolocação no mercado de trabalho. “Existe somente uma vaga, mas eu não sei o número de candidatos. Eu estou com bastante esperança”, conta.

Para ter mais chances que a concorrência, o administrador de um dos maiores sites de emprego da região, Alex da Silva, explica que é necessário se preparar para buscar uma vaga no mercado de trabalho.

“Grande parte das vezes que a gente vê um candidato, os candidatos não estão preparados. O currículo não é bem preparado, ou ele não é bem direcionado para a vaga”, afirma Silva.

Análise e conhecimentos
De acordo com o administrador, além de preparar um bom currículo, é necessária uma análise da vaga e dos objetivos que o candidato deseja alcançar.

“Procurar realmente uma oportunidade que se encaixe no perfil, onde ele possa realmente desenvolver uma atividade profissional”, ressalta.

Dentre as dicas para conseguir uma oportunidade, Júlio Pugliesi recomenda ter uma rede de contatos, atualizar as vagas disponíveis e os conhecimentos técnicos. Para ele, o profissional deve ser entusiasmado e com vontade de vencer.

“Hoje não deu, mas a esperança não pode morrer. 2017 vai ser ótimo”, diz a dona de casa Vilma Sampaio, que tenta recolocação.

Fonte: http://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/concursos-e-emprego/noticia/2016/12/veja-dicas-para-ter-emprego-em-2017-ninguem-quer-se-aliar-perdedores.html