10 dicas para se dar bem na entrevista de emprego em inglês

Vamos imaginar uma situação feliz: seu currículo foi selecionado para aquela vaga de emprego linda que você comemorou quando viu no Facebook, a primeira entrevista foi um sucesso e ali mesmo já lhe disseram que em uma das etapas da seleção haverá uma entrevista em inglês.

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Vamos lá, se o seu inglês é fluente e você está atualizada quanto aos termos técnicos da sua profissão, maravilha! Mas se o seu nível está mais para intermediário ou básico e você está um pouquinho enferrujada na conversação, vai precisar se preparar para não fazer feio no dia desse papo.

As professoras de inglês Rosângela Souza, fundadora da Companhia de Idiomas, e Carolina Ferrari, professora particular, nos deram 10 dicas para facilitar sua vida na hora de provar, também em inglês, que é a melhor candidata para a vaga.

1. Não se candidate a vagas que peçam nível de inglês mais elevado que o seu

O anúncio da vaga pede inglês fluente e o seu é intermediário? É melhor deixar pra lá e continuar estudando para, no futuro, poder se candidatar a uma oportunidade semelhante. Você só terá chances reais de se dar bem se seu nível de inglês estiver de acordo com as expectativas da empresa.

Mas vamos que você tenha mentido no currículo (acontece, ninguém aqui está julgando) e vai fazer a entrevista. Prepare-se para talvez ter alguma dificuldade e provavelmente não passar dessa fase. E, sinceramente, agradeça por não passar. “Imagine se na primeira semana tem uma reunião com estrangeiros? É preciso entender cada um deles e ainda falar algo relevante para causar uma boa impressão”, exemplifica Rosângela.

2. Faça algumas aulas de conversação focadas na futura entrevista

As aulas precisam ser individuais e formuladas para as suas necessidades, por isso são mais proveitosas se feitas com uma professora particular ou em uma escola que disponibilize esse tipo de serviço. O ideal é que você consiga explicar exatamente o que precisa praticar, e em que nível.

“São aulas sobre o vocabulário específico de que o candidato precisa e com simulações de entrevistas. Aprender palavras é fácil com a internet e na TV, mas para a prática é necessário que haja uma professora que faça as correções pontuais e proporcione uma prévia do que poderá ser a entrevista”, explica Carolina.

3. Atualize-se em inglês sobre as notícias relacionadas à área de atuação da empresa

Falar sobre atualidades da área em que você trabalha também é um clássico das entrevistas de emprego, tanto em português quanto em inglês. Para a etapa na língua estrangeira, prepare-se lendo notícias em sites americanos, ingleses, canadenses, australianos – ou seja, de países em que o inglês seja a língua-mãe. Ver vídeos sobre essas notícias também ajuda bastante, pois treina os ouvidos para o inglês e pode enriquecer seu vocabulário.

4. Estude sobre a empresa

Além de perguntar sobre você, o entrevistador possivelmente vai querer ouvir suas razões para querer trabalhar naquela empresa especificamente. Sabendo mais sobre a história, os destaques positivos e a atuação dela no mercado hoje em dia fica muito mais fácil responder.

Se for uma multinacional, procure no site em inglês da empresa dados sobre o cargo que você pretende ocupar. Anote o vocabulário usado ali, estude. Se não for o caso, busque esse tipo de informação em sites em inglês de empresas do mesmo ramo.

 

5. Treine os falsos cognatos

Falsos cognatos são aquelas palavras superparecidas em português e em inglês, mas cujos significados não têm nada a ver quando traduzidas. E elas ficam muuuito feias quando colocadas incorretamente no meio de uma frase em inglês.

As professoras apontam as cinco a que você deve ficar mais atenta:

– actually = na verdade/de fato (não “atualmente”)

– anticipate = prever (não “antecipar”)

– college = faculdade (não “colégio”)

– lecture = palestra (não “leitura”)

– particular = específico/exato (não “particular”)

 

Durante a entrevista:

 

6. Peça para o entrevistador repetir algo que você não tenha entendido

O entrevistador pode ser estrangeiro ou ter uma prática de inglês muito superior à sua, mesmo que seu inglês seja fluente – pode ser que ele trabalhe o dia todo falando em inglês e você não, por exemplo. E pode acontecer de você não entender algo que ele diga.

Não tenha vergonha de dizer isso. Siga o conselho de Carolina: “É melhor ser honesta, dizer que não entendeu e pedir para ele repetir o que falou ou refazer a pergunta do que tentar responder e acabar dizendo algo completamente sem sentido”.

 

7. Fale no ritmo em que se sentir mais confortável

Falar inglês rápido não é sinônimo de ser mais fluente que a própria rainha Elizabeth. Pense bem: há brasileiros que falam português rápido e outros que falam devagar, certo? E todos são fluentes no idioma. O mesmo vale para o inglês como língua estrangeira. “Falando rápido, você pode errar mais”, afirma Rosângela. “É melhor prestar atenção ao conteúdo e a forma do que fala e praticar um ritmo em que você se saia bem”.

 

8. Não traduza um pensamento em português diretamente para o inglês

muitas diferenças na construção das frases em inglês e em português: a ordem das palavras, as expressões, as preposições. Durante uma entrevista em inglês, procure não pensar em português. Você estudou e estuda para conseguir construir suas ideias em inglês, então faça isso. Deixe o português do lado de fora da sala de entrevista.

 

9. Mantenha a calma se der um branco

Todo mundo pode esquecer como se fala uma palavra ou como se constrói uma ideia. E em qualquer idioma – quantas vezes você já usou o verbo “coisar” porque não lembrava de algo simples como “comprar” ou “construir”? No caso de esquecer algo em inglês, fique calma e procure um sinônimo. Não há problema nenhum em interromper um pouco a própria fala e refazer a frase que estava falando, para encaixar a palavra nova.

 

10. Se perceber que cometeu um erro, siga em frente

Falou uma palavra errada? Conjugou um verbo horrorosamente mal? Deu um escorregão monstro na concordância? Tudo bem. Se quiser se corrigir no ato, simplesmente diga “I’m sorry” e fale a versão corrigida. Se achar que o erro não foi tão bizarro assim, continue falando como se nada tivesse acontecido. O entrevistador analisa o todo da entrevista e não irá eliminá-la por causa de um engano ou dois.

Fonte: Site M de Mulher

5 frases proibidas em entrevistas de emprego

Com desemprego de 13,7% no primeiro trimestre e 14,2 milhões de pessoas em busca por recolocação, ter destaque em entrevistas de emprego é imensamente relevante – tanto quanto ter o perfil da vaga desejada.

Gerente de engenharia da Talenses, empresa especializada em recrutamento de profissionais de média e alta gerência, além de consultoria junto a clientes e candidatos, Gabriel Almeida listou 5 frases que considera “proibidas” durante uma entrevista de emprego:

1 – “Avalio apenas posições com aumento salarial”“Por mais que a remuneração seja um ponto importante para aceitar ou recusar uma proposta de emprego, cada vez mais as empresas buscam profissionais engajados e que contribuam com o desafio/projeto oferecido”, diz o especialista.

Para ele, é importante citar outros fatores de interesse, como crescimento pessoal e profissional; benefícios; cultura organizacional; exposição e escopo de responsabilidade.

2 – “Meu antigo/atual gestor não é um líder/ não é competente”

Falar mal do empregador anterior é tiro no pé. “A relação entre gestor e subordinado muitas vezes é complexa, mas não deve ser exposta em uma entrevista, muito menos quando é citado o nome do gestor ou dos pares. Evite expor outros profissionais desnecessariamente”, alerta.

Ele sugere: “saiba quais são os pontos que levaram a má relação com o gestor [anterior] e apresente apenas os aprendizados para seu relacionamento com um futuro gestor”.

3 – “A culpa foi minha”

É importante reconhecer imperfeições, mas “se perguntado sobre insucessos, busque focar nas lições aprendidas, evidenciando que o erro não será repetido”, afirma Almeida.

“Lembre-se que, em uma entrevista é importante destacar exemplos de sucesso e resultados consistentes em suas passagens. Sinceridade é fundamental, mas não se coloque em uma situação negativa desnecessariamente”.

4 – “Meu inglês está enferrujado”

Não é o caso de mentir, mas, atualmente, é essencial exercitar o inglês para ser competitivo no mercado de trabalho. “Existem diversas ferramentas que podem ‘desenferrujar’ o idioma e garantir aquela oportunidade que você sempre sonhou”, analisa.

5 – “Não tenho/sei meus pontos a desenvolver”

“Todo profissional precisa saber quais são seus pontos a desenvolver, se não souber peça um feedback para o seu gestor, pares e/ou subordinados”, avisa o especialista. “Prepare-se para conversar sobre esses pontos em uma entrevista e, principalmente, mostre quais ações você vem tomando para reduzir esses “gaps””, continua. “Dica: evite falar pontos comuns como ansiedade”.

Fonte: http://www.infomoney.com.br/carreira/emprego/noticia/6421869/frases-proibidas-entrevistas-emprego

4 sinais de que você precisa de um novo emprego

Tudo que é bom tem um fim. Às vezes, isso significa deixar um emprego que você amava porque o trabalho não é mais suficiente para você. Talvez esteja acomodado, desmotivado, ou simplesmente a vaga antiga não é mais adequada às suas habilidades. No geral, é importante ouvir você mesmo, afirmou Apryl Zarate Schlueter, autora do livro Finding Success in Balance: My Journey to The Cheerful Mind (Algo como Buscando sucesso no equilíbrio: minha jornada rumo a uma mente feliz, em tradução livre), ao Business Insider.

“Digamos que você sinta que está destinado a fazer mais. Muita gente tende a ignorar esse sentimento – eu, inclusive, já ignorei – por causa do medo e da incapacidade de ver um caminho claro para chegar aonde você quer chegar”, disse Apryl. Mas além desse sentimento, quais são os sinais de que é hora de buscar novas oportunidades? Existem alguns. Confira:

1. Você não se sente desafiado
Este é provavelmente o sinal mais óbvio de que seu emprego não é mais suficiente para você. “Você não sente que está mais aprendendo e não se sente testado”, diz Lynn Taylor, especialista em ambiente de trabalho e autora do livro Tame Your Terrible Office Tyrant: How to Manage Childish Boss Behavior and Thrive in Your Job (Dominando seu terrível tirano no escritório: como ludar com um chefe infantil).

É importante diferenciar esse sentimento de um tédio comum. Toda profissão tem um dia menos interessante de tempos em tempos. Mas se esse sentimento for constante a ponto de você não querer sair de casa para trabalhar, pode ser um problema.

“Você sente que suas ações poderiam praticamente ser substituídas por inteligência artificial, porque a solução de problemas se tornou uma rotina automática”, afirma Lynn. “É claro que levou tempo para você desenvolver as habilidades necessárias, mas você pode acabar perdendo essa noção porque repete as mesmas tarefas da mesma forma.”

Segundo Lynn, coisas como aumento de salário, bônus e um bom escritório podem reduzir a sensação de não estar sendo desafiado por algum tempo, mas no longo prazo, nada vai te ajudar se você acha que seu trabalho ficou fácil demais. “Infelizmente, muita gente acaba ficando no mesmo emprego porque é confortável, mas depois se arrependem por não ter mudado antes”, diz Lynn.

2. Não há muitas oportunidades para expandir suas responsabilidades atuais
Se há alguma oportunidade de aumentar suas responsabilidades no emprego atual em vez de abandonar a empresa, pode ser uma boa opção. Para Apryl, os profissionais que sentem que seu emprego atual não é mais suficiente devem seguir alguns passos, para determinar se estão só de mau humor ou se há algo mais sério.

a. Imagine seu emprego dos sonhos baseado nas suas habilidades.

b. Identifique tantos detalhes quanto possível. Isso significa se perguntar questões como: qual seria o trabalho? Qual seria o salário? Onde a empresa seria localizada? Quantas pessoas seriam chefiadas por mim?

c. Compare esse trabalho com o seu atual cargo, identificando as áreas similares e as diferenças principais.

d. Explore a possibilidade de alinhar o emprego atual à sua expectativa no seu cargo atual. Se não houver possibilidade de mudança na empresa em que você trabalha, considere mudar de emprego.

3. Você fica muito animado ao pensar no emprego dos sonhos
Robert Dickie, autor de Love Your Work (Ame seu trabalho), disse ao Business Insider que se você está muito animado com a possibilidade de sair do emprego atual e começar a trabalhar em outra empresa, você provavelmente está pronto para mudar de emprego.

“Amar o que você faz te dá um poder que os outros profissionais que estão só preocupados em bater o ponto não têm”, diz Dickie. “Você terá energia para trabalhar duro por horas e por isso ganhará espaço no novo emprego. As pessoas que odeiam seu trabalho podem fingir que trabalham duro, mas o desempenho vai eventualmente cair. Paixão é algo difícil de conter e fácil de identificar.”

4. Você está recebendo ótimas propostas
Receber propostas de outras empresas ou perceber o interesse de seus contatos que trabalham no mesmo setor definitivamente é um sinal de que você é um candidato que chama a atenção de potenciais empregadores – e que superou a vaga atual.

“Cedo ou tarde, todos crescem demais para o cargo que ocupam”, diz Lynn. “Ao longo da sua carreira, você pode perceber que ganhar uma promoção na empresa em que trabalha é um sonho distante – ou isto pode ser pouco interessante, baseado nas suas experiências.”

Se você sente que seu emprego atual não é suficiente para suas expectativas, mas não está recebendo outras propostas, pode ser hora de começar uma busca silenciosa por emprego.

Fonte: http://epocanegocios.globo.com/Carreira/noticia/2017/04/4-sinais-de-que-voce-precisa-de-um-novo-emprego.html

5 respostas que pegam mal na hora da entrevista de emprego

“Meu ponto a melhorar? Sou muito perfeccionista”
Essa até doí no ouvido do recrutador de tão batida que é. Uma boa dica é pensar em algo que é mesmo o seu ponto fraco, mas que não é essencial para desenvolver o seu trabalho.

“Não, eu não gosto de trabalhar em equipe, mas precisa né?”

Sim, seja verdadeiro na entrevista, mas cuidado para não extrapolar na sinceridade.

“Eu devo ser contratado, pois estou há mais de um ano desempregado e preciso muito de um emprego”

Na hora da entrevista, deixe o seu desabafo de lado e foque nos seus diferenciais, na sua força de vontade e no quanto você quer aquela oportunidade


“Difícil essa pergunta” ou “Nossa, não sei nem como começar a responder”

As vezes uma pergunta pode te pegar de surpresa. A melhor dica mesmo é treinar suas respostas antes de ir para a entrevista

“Estou procurando um novo emprego, pois detesto meu chefe atual”

Falar mal de antigos empregadores ou das empresas onde você trabalhou mancha a sua imagem. A ideia passada é: se ele fala mal da empresa atual, falará mal da minha também

Diploma não garante emprego, e jovens repensam a carreira

País ganhou mais 3 milhões de desempregados em 2016 e 900 mil formandos entraram no mercado

Por ano, cerca de 900 mil pessoas se formam na faculdade, segundo dados do Ministério da Educação (MEC). Em busca de uma vaga, eles dão de cara com um mercado de trabalho cada vez mais achatado. Só em 2016, o volume de empregos encolheu 1,9 milhão de vagas. É a crise afetando principalmente os jovens, que terão que achar uma colocação em um cenário que ganhou, só no último ano, 3 milhões de desempregados. Diante desse desafio, já tem muita gente repensando carreiras e mudando de sonho.

Em março deste ano, Felipe Reis, 25, vai se formar em engenharia civil com notas acima da média, além do diferencial de ter cursado disciplinas na Inglaterra durante um ano. Ele conta que, quando entrou na Universidade Federal de Ouro Preto (Ufop), em 2010, havia uma disputa acirrada entre as grandes empresas, que praticamente laçavam os recém-formados na porta da faculdade. Agora, para conseguir um emprego, Reis acha que a alternativa será fazer um curso técnico.

“Está tão difícil que nem estágio remunerado eu consegui. Então, eu pretendo voltar a um curso de técnico em edificações, pois acho mais fácil conseguir me colocar assim”, afirma Reis. O universitário diz que tem visto muitos amigos engenheiros serem contratados como analistas.

Outra alternativa seria seguir a carreira acadêmica. “Eu sempre fui contra professores que dão aula sem terem atuado na prática. Mas, infelizmente, talvez tenha que partir para esse caminho. Está muito difícil. Tem muita gente com experiência voltando ao mercado, e as vagas, que são poucas, ficam muito concorridas”, lamenta Reis.

O sonho de Aurez da Silva Santos, 29, é fazer um curso superior de gestão em segurança privada para atuar na área administrativa. Mas, por hora, terá que se contentar com um curso técnico de segurança do trabalho. “É o que está cabendo no bolso neste momento. E isso porque eu consegui uma bolsa de 50%”, conta Santos, que procura por emprego de vigilante patrimonial.

Disputa. O professor de economia da Faculdade IBS/ Fundação Getúlio Vargas (FGV) Flávio Correia afirma que os jovens estão entre os mais afetados pela crise, ao lado de profissionais na faixa dos 55 aos 60 anos. “Os jovens não têm a experiência e ainda terão que concorrer com esses profissionais mais velhos, que também estão procurando emprego. A recontratação ainda vai demorar um pouco, pois os empregadores precisam ter certeza da retomada econômica. Acredito que as propostas de mudanças, como flexibilização das leis trabalhistas, serão importantes para incentivar a retomada”, comenta o professor da FGV.

Menos oportunidades. Nos últimos dois anos, a taxa geral de desemprego em Belo Horizonte subiu de 6,6% para 11,5%. A dos jovens de 18 a 24 anos foi de 16,9% para 25,8%, segundo o IBGE.

Geração sem preparo para crise

A quantidade de jovens em busca de emprego é grande, mas nem todos estão dispostos a aceitar as oportunidades que aparecem. Jacqueline Rezende, especialista em gestão estratégica de pessoas e diretora da Sias Educação e Consultoria, afirma que a juventude nunca enfrentou uma crise tão pesada e não está preparada para passar por ela.

“Eles precisam entender que o mercado funciona sob pressão e que a entrega tem que ir além do combinado, tem que vestir e suar a camisa. Ansiosos, muitos chegam à entrevista perguntando sobre quando serão promovidos. Já ouvi até a seguinte pergunta: será que essa empresa vai emendar o Carnaval?”, revela.

Segundo Jacqueline, a cada 15 entrevistas de emprego que marca com candidatos de 20 a 32 anos, apenas oito comparecem. Acima de 35 anos, esse número sobe para 12.

A especialista ressalta que, hoje, o comportamento do entrevistado tem o mesmo peso da qualificação. “Não adianta chegar com um currículo esplendoroso. É preciso aliar as competências técnicas às comportamentais”,diz.

Jacqueline considera ser fundamental usar bem o tempo em cursos, buscar trabalhos voluntários e assistir a palestras gratuitas.

Fonte: http://www.otempo.com.br/capa/economia/diploma-n%C3%A3o-garante-emprego-e-jovens-repensam-a-carreira-1.1429031

Acredite: fim de ano é época favorável para buscar emprego

Embora muitos acreditem que o período de festas de fim de ano seja ruim para procurar emprego, para especialistas em recursos humanos a época favorece quem busca uma vaga no mercado de trabalho.

“Acho que é uma excelente hora porque muitos vão viajar. Muitos acham que não há demanda, mas a área de contratação não pára, principalmente na área de varejo”, avalia Pedro Scigliano Júnior, gerente regional da agência de empregos Gelre, em São Paulo.

Nesta época, a queda na procura por trabalho chega a 40% nas unidades do Centro de Apoio ao Trabalho (CAT), da Secretaria Municipal do Trabalho de São Paulo, de acordo com o coordenador, Fernando Cerqueira.

Segundo Cerqueira, a razão está na crença de que não há oportunidades disponíveis nesta época. “Mas as vagas surgem ao longo do ano, e muitas são efetivas”, diz.

Segundo os especialistas, as áreas que mais buscam empregados nesta época são o comércio, em razão do pós-venda, e os serviços, em razão das férias escolares.

Menor oferta

Marcelo Scalabrini, diretor de negócios da S&L, empresa de recrutamento e seleção, pondera que, para os candidatos a uma vaga de emprego, a oferta reduzida é compensada pela baixa procura.

Para ele, as contratações não estão no auge, mas “as oportunidades existem, os processos de seleção continuam, mesmo que seja para o início do ano. Por isso, na minha opinião, a hora é sim de se preparar e buscar oportunidades para um início do ano bem otimista”, avalia Scalabrini.

A dica, de acordo com Scalabrini, é procurar até o Natal e após o Ano Novo, porque, entre esse período, muitas empresas param para as festas.

“Mas, no inicio de janeiro, com certeza no primeiro dia útil, haverá uma retomada do preenchimento das oportunidades. As empresas iniciam seu ano fiscal e, para a maioria delas, é hora de contratar o que deixou pendente no ano anterior.”

Maior procura

Fernando Cerqueira, do CAT, disse que, passado o período de festas, nos primeiros dias de janeiro, aumenta em até 30% a procura por trabalho nos centros de recrutamento.

“É cultural as pessoas procurarem emprego depois que as festas acabam, mas há uma queda natural na oferta de empregos em comparação com as vagas temporárias abertas entre outubro e dezembro. A retração é porque as empresas analisam como será o panorama econômico no próximo ano antes de abrir vagas.”

Mas o coordenador do CAT aconselha que os candidatos procurem emprego em qualquer época do ano, mesmo em janeiro, quando surgem muitas chances principalmente no setor de serviços, em virtude das férias.

Fonte: http://g1.globo.com/Noticias/Concursos_Empregos/0,,MUL920064-9654,00-FIM+DE+ANO+E+EPOCA+FAVORAVEL+PARA+BUSCAR+EMPREGO+DIZEM+ESPECIALISTAS.html

Entrevista de Emprego: os 5 Erros mais Comuns

A entrevista de emprego está muito ligada à observação: tudo o que você disser e fizer estará sendo avaliado. Fique atento aos 5 erros mais comuns e tenha mais sucesso na sua próxima entrevista:

1. Chegar atrasado na sua entrevista de emprego

Chegar atrasado na sua entrevista de emprego é um dos erros mais graves que podem ser cometidos, de acordo com boa parte dos entrevistadores e especialistas em seleção. Entre as principais características observadas na entrevista de emprego estão, com certeza, a seriedade e profissionalismo. Chegando atrasado na sua entrevista de emprego você demonstra (antes mesmo de começar a falar) justamente falta de seriedade e falta de profissionalismo.

Procure conhecer o local onde você vai realizar sua entrevista. Se possível, visite-o pessoalmente alguns dias antes. Seja de táxi, carro, metrô, ônibus ou trem, planeje previamente a melhor rota, evitando surpresas de última hora. Outra dica simples é sair de casa adiantado. É melhor ficar esperando e garantir o horário do que chegar atrasado e apresentar desculpas esfarrapadas para o seu entrevistador. Aliás, não são todos entrevistadores e empresas que aceitam candidatos chegando atrasados para a entrevista, a maioria simplesmente cancela a entrevista dos atrasados e passa as pessoas já presentes na frente.

2. Roupas inadequadas para o ambiente da empresa

É um erro comum que, embora não pareça muito sério, pode derrubar um bom candidato. Não estamos afirmando que as empresas exigem que você vista ternos ou roupas caras, mas elas exigem, sim, que o vestuário esteja adequado. O ideal é pesquisar com antecedência o ambiente da empresa e chegar vestido de acordo, de preferência um pouco mais formal.

Em geral, os entrevistadores não vão repreender um candidato por usar roupas inadequadas, mas esse detalhe vai ser anotado e usado como critério de reprovação. O principal fator de um candidato deve ser seu conteúdo e conhecimento, mas uma boa apresentação e uma boa presença são fundamentais.

3. Inventar ou mentir atributos profissionais na entrevista de emprego

Eis uma tática utilizada por muitos candidatos e que nunca dá certo. Mesmo que durante o currículo você consiga dissimular e colocar habilidades “extras”, na hora da entrevista de emprego a sustentação de tais mentiras pode ser inviável. A empresa precisa de inglês avançado e você só tem o básico, diga a verdade. Se realmente precisaram de inglês avançado, procure outra vaga, procure outra empresa.

Se você conseguir passar pela entrevista é ainda pior. Imagine estar contratado e depois a empresa descobrir que você na verdade não tinha os atributos necessários, o que pode resultar em demissão. Quanto mais tempo a mentira permanecer, mais energia será necessária para mantê-la e pior será a repercussão quando ela acabar.

4. Atitude passional em relação ao(s) emprego(s) anterior(es)

Um teste muito comum feito pelos avaliadores durante a entrevista é pedir para você falar ou descrever o seu antigo emprego. É um excelente momento para avaliar a sua maturidade. Evite falar mal de seu antigo chefe ou emprego, mesmo que você realmente tenha motivo para isso.

Quando lhe for perguntado sobre o emprego anterior durante a entrevista, seja profissional, direto, não se prenda a detalhes e opiniões. Se lhe for perguntado durante a entrevista de emprego o motivo pelo qual você saiu do emprego anterior, diga a verdade de forma clara, sem julgamento. Diga que está buscando uma melhor oportunidade, diga que procura um emprego melhor e com mais perspectiva. Em geral, este é realmente o motivo pelo qual a maioria das pessoas muda de emprego.

5. Falta de eloquência, linguagem de baixo nível e humor desnecessário na entrevista de emprego

Entrevista de emprego, antes de tudo, é um momento de seriedade. É um teste durante o qual você deve fazer o seu melhor. Seja formal, seja educado, evite usar gírias e expressões chulas, procure articular bem as suas frases, jamais tente usar a velha tática de “falar, falar e não dizer nada”. O entrevistador é treinado para identificar o seu conteúdo e potencial.

Outro recurso que deve ser evitado é o humor. Não tente socializar ou “descontrair o ambiente”. Pode ser que o entrevistador não veja graça no seu humor e você crie uma situação constrangedora desnecessária.

Fonte: http://www.guiadacarreira.com.br/carreira/emprego/entrevista-emprego-o-que-nao-fazer/

Como lidar quando você odeia o cargo, mas ama a empresa?

Um estudo feito pelo LinkedIn em 2015 descobriu que 50% dos millenials que deixaram seus empregos, o fizeram por falta de oportunidades de crescimento na carreira. Enquanto para alguns mudar de trabalho é uma decisão fácil de se tomar, para outros é mais complicado, pois, apesar de não estarem felizes em seu cargo, eles amam as empresas na qual estão.

Aaron Michel, co-fundador e CEO da PathSource, escreveu três dicas de como escapar de um trabalho que você odeia sem sair de uma empresa que você ama.

1. Pergunte-se se você está no departamento certo

Escolher uma carreira nunca é fácil. Muitos precisarão de algumas tentativas até descobrir qual área realmente desejam seguir.

O LinkedIn também descobriu que, ao mudar de emprego, 34% das pessoas escolhem um cargo completamente diferente do qual ocupavam anteriormente. Em outras palavras: mudar o rumo da sua carreira drasticamente é mais comum do que você pode imaginar.

Em primeiro lugar, converse informalmente com os colegas de outros departamentos. Veja o que desperta o seu interesse. Faça uma lista de posições que podem ser uma opção melhor para você. Descubra quais são os requisitos para essas funções. Provavelmente, há habilidades que você já possui e outras que você precisa trabalhar.

Em seguida, converse com seu chefe. Fale com o seu gerente sobre querer explorar outras opções dentro da empresa. Seja claro que você não quer deixar a organização, mas você gostaria de experimentar outros papéis.

Fique de olho em vagas que abrem dentro de sua empresa. Se alguma interessar, demonstre abertamente que gostaria de ocupá-la. Por já estar na empresa e ser conhecido, pode ter prioridade na hora de preencher a vaga.

2. Seja voluntário em trabalhos fora da sua área

Talvez você esteja apenas entediado. Você sabe que não está pronto para uma promoção, mas já sabe bem o que faz e as tarefas do dia-a-dia tornaram-se tediosas.

Se for esse o caso, procure oportunidades fora do seu papel para apimentar sua rotina. Talvez existam maneiras de você ajudar sua equipe a ficar mais eficiente. Se ofereça para ajudar os outros. Quando surgir um problema, descubra como resolvê-lo, em vez de apenas passá-lo para o seu superior. Você pode ser surpreendido como isso melhora seus sentimentos em relação ao seu trabalho.

Um estudo da Society for Human Resource Management neste ano descobriu que 89% dos funcionários se sentem mais envolvidos com o seu trabalho, se eles são capazes de tomar medidas quando vêem uma oportunidade. Às vezes, tudo que você precisa é sentir-se um pouco mais envolvido.

3. Discuta abertamente uma promoção

Se você está confiante sobre o seu plano de carreira, mas sente que você superou sua posição, é hora de conversar com seu gerente sobre dar o próximo passo. Converse com seu gestor sobre isso.

Às vezes, para obter o que deseja, tudo o que você tem que fazer é pedir.

Um estudo de 2014 feito pela Accenture descobriu que, enquanto apenas 44% dos trabalhadores pediram uma promoção, 68% daqueles que pediram conseguiram.

Venha armado com provas concretas de como o seu trabalho tem impactado a organização.

Não tenha medo de perguntas sobre o por que você ainda não avançou na empresa. Isso vai ajudá-lo a se concentrar em maneiras de melhorar e se preparar para a próxima etapa. Você pode até mesmo ver se é possível começar lentamente a assumir novas responsabilidades, a fim de provar que você pode lidar com um novo papel.

“Você pode amar a sua organização, mas querer desesperadamente querer um cargo diferente. Você pode sorrir e aguentar ou relutantemente sair para outro emprego. Ou em vez disso, você poderia tomar a situação em suas próprias mãos. Não tome o caminho mais fácil”, finaliza Michel.

Fonte: http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/como-lidar-quando-voce-odeia-o-cargo-mas-ama-a-empresa

5 velhos conselhos sobre busca de emprego que não valem mais

A internet mudou radicalmente a forma de procurar emprego. Se, no passado, o candidato precisava se debruçar sobre os classificados do jornal para “garimpar” uma única vaga, hoje ele encontra dezenas delas com poucos cliques.

Isso não significa que achar a oportunidade profissional mais adequada ao seu perfil seja necessariamente mais fácil.

Afinal, se é inegável que os empregadores se tornaram mais acessíveis graças às mídias digitais, também é verdade que as exigências deles se tornaram maiores e mais complexas.

De acordo com Jorge Martins, gerente de divisão da consultoria de recrutamento Robert Half, o mercado de trabalho tem solicitado profissionais cada vez mais especializados.

Hoje, as empresas não contratam mais “gerentes” ou “analistas” aptos a trabalhar em qualquer área, como era comum no passado. Elas preferem pessoas altamente qualificadas para resolver problemas cada vez mais específicos.

Some-se a isso outra novidade de grande impacto: as redes sociais. A enorme visibilidade trazida por esses meios exige que o profissional redobre sua atenção quanto à própria imagem – um cuidado especialmente importante quando vai procurar emprego.

Enquanto, no passado, vida pessoal e profissional eram muito separadas uma da outra, hoje é muito mais fácil confundi-las. Se não souber gerir estrategicamente a sua presença em redes sociais como LinkedIn e Facebook, você corre o risco de afastar recrutadores e perder oportunidades.

Diante de tantas mudanças, é importante “passar a limpo” velhas regras sobre busca de emprego que já não cabem na realidade atual. Veja a seguir 5 conselhos tidos como ultrapassados por três especialistas:

1. “Candidate-se a qualquer vaga, o importante é que o seu currículo chegue até a empresa”

Até um passado recente, diz Martins, era relativamente comum enviar o CV para um potencial empregador mesmo que a vaga anunciada não tivesse nada a ver com o seu perfil. “Como o processo de recrutamento era mais lento, não era tão ruim para a empresa receber um currículo fora de contexto, porque ele poderia ser aproveitado de alguma forma”, explica ele.

Hoje, com diversos processos automatizados, o departamento de recursos humanos é cada vez mais cobrado por eficiência – e não lhe sobra quase nenhum tempo para analisar currículos não solicitados.

Isso também vale para eventuais contatos que você tenha dentro da empresa onde quer trabalhar, afirma Marcelo Nóbrega, autor do livro “Você está contratado!” (Editora Évora). “Só mande o seu CV se o seu conhecido tiver pedido”, diz ele. “Caso contrário, o destino da sua mensagem será o lixo”.

2. “Aceite a vaga que vier, só não fique muito tempo desempregado”

É claro que passar tempo demais fora do mercado prejudica a carreira – e o bolso. Ainda assim, não é interessante dizer sim à primeira oportunidade que aparecer, diz Nóbrega. “Se a vaga não tiver nada a ver com você, você pode fracassar e até ser demitido”, explica ele. “Isso para não dizer que uma passagem fora de contexto pode comprometer a coerência do seu currículo no futuro”.

Hoje, estar desempregado não tem mais o mesmo peso simbólico que tinha quando funcionários e patrões eram mais fiéis uns aos outros. Num momento para os negócios em que a única certeza é a imprevisibilidade, as relações de trabalho se tornaram mais “líquidas” e, via de regra, têm durado menos tempo do que no passado.

Nesse novo contexto, as demissões se tornaram cada vez mais comuns -e não carregam mais o mesmo estigma do passado. “Não é mais o fim do mundo dizer que você está desempregado, e por isso você não precisa mais topar qualquer coisa só para se recolocar”, afirma Nóbrega.

3. “Ir se apresentar pessoalmente pode deixar uma boa impressão”

Forçar um encontro presencial com alguém da empresa onde você quer trabalhar dificilmente renderá bons resultados. Segundo Martins, a falta de tempo da vida moderna requer cuidados extras na hora de se aproximar de um empregador.

A não ser que você tenha sido convidado, orienta o gerente da Robert Half, jamais vá pessoalmente entregar o seu currículo. Para ele, o candidato pode no máximo usar o telefone. “Ligar para dizer que você viu uma vaga e acredita estar apto para preenchê-la pode demonstrar interesse e segurança”, diz. “Mas faça isso apenas se de fato estiver inteiramente pronto e capacitado para a função”.

Até imprimir o currículo está deixando de fazer sentido. Segundo Silvio Celestino, sócio-fundador da Alliance Coaching, o que importa hoje em dia é ter um perfil no LinkedIn com as palavras-chave mais importantes. “Em uma apresentação presencial, é bom ter uma cópia impressa do CV, mas isso só vem muito tempo depois”, explica ele.

4. “É melhor não dizer quanto você realmente ganhava”

Ao buscar emprego, é preciso discutir com clareza as suas intenções salariais. Até para se ter alguma base de negociação, não há alternativa senão dizer qual era a sua remuneração no emprego anterior.

No passado, alguém poderia pensar que, se mentisse sobre o salário recebido na última empresa, poderia pedir mais ao contratante. Hoje, além de desonesta, essa tática está fadada ao fracasso. Afinal, ficou muito mais fácil checar esse tipo de informação.

Apoiados em bancos de dados e diversos canais de comunicação com o mercado, os recrutadores estão muito mais blindados a blefes de qualquer tipo, afirma Martins.

5. “Para fisgar o interesse da empresa, não deixe nada de fora do seu currículo”

Com o tempo cada vez mais curto, a maioria dos profissionais de RH só dá atenção a currículos objetivos e enxutos. Assim, não passa de uma ilusão acreditar que um longo CV indicará que você tem uma trajetória rica e robusta. Na verdade, a única mensagem que você passará será a de que não sabe resumir um texto – isso se ele for lido.

Assim, em vez de listar exaustivamente as suas competências e passagens profissionais, é melhor elaborar um currículo claro e preciso em no máximo duas páginas.

Segundo Martins, também é importante fazer um documento que seja adaptável. “Faça uma versão no CV para cada processo seletivo, incluindo ou excluindo informações em função da sua relevância para a oportunidade em questão”, explica.

Fonte: http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/5-velhos-conselhos-sobre-busca-de-emprego-que-nao-valem-mais

10 sinais que o seu próximo emprego pode ser uma roubada

O caminho percorrido para conseguir um novo emprego costuma ser árduo. Desde a elaboração do currículo, busca de vagas de trabalho, entrevistas e dias de espera por respostas positivas, pode ser um processo bem cansativo.

Justamente por isso as pessoas normalmente ficam bastante empolgadas quando recebem uma oferta de emprego. A tentação pra dar uma resposta positiva rapidamente é muito grande, pois sempre fica o receio de acabar perdendo uma grande oportunidade.

Mas é muito importante que você respire fundo, tenha calma e observe possíveis sinais de alerta existentes nesta proposta. Veja aqui alguns deles:

  1. Você sente que tem algo de errado

Acredite na sua intuição. Muitas vezes há inputs muito sutis que estão gerando essa sensação de insegurança em você, e pode ser que sejam reais.

  1. Sua família e seus amigos não apoiam a mudança

Converse com eles e tente escutar com carinho quais são as restrições levantadas. Estas pessoas (via de regra) querem o seu bem e vale a pena escutar o que têm a dizer.

  1. O entrevistador reclama da própria empresa

Se a própria pessoa que quer te convencer a entrar já está reclamando ou fazendo piadas, a chance de esta não ser uma boa oportunidade pra você é grande.

  1. Ninguém pára nesta posição

Tente descobrir quantas pessoas trabalharam nesta posição nos últimos 5 anos. Se houve muita rotatividade ou problemas com todas as pessoas anteriores é provável que haja algo de errado com a empresa.

  1. As pessoas que trabalham lá parecem estar infelizes, cansadas ou entediadas.

Quando for à entrevista, tente observar o clima da empresa e veja se você se sentiria bem neste ambiente.

  1. O entrevistador está um pouco desesperado para te contratar

Se você sentir que estão te vendendo demais a vaga ou que estão fazendo promessas muito boas para serem verdade, provavelmente não é uma boa. É o clássico “quando a esmola é muita, o santo desconfia”.

  1. Quando você faz perguntas, as respostas são evasivas

Boas empresas sabem dar respostas diretas e têm orgulho delas. Cuidado se você sentir que estão te enrolando.

  1. A proposta veio diferente do que foi combinado na entrevista

Às vezes o que se diz é uma coisa e o que se escreve é outra. Quando isso acontece é sempre um mau sinal.

  1. O salário é a parte mais atrativa da proposta

Uma boa proposta de emprego costuma trazer consigo desafios, projetos, benefícios e possibilidades. Se o único atrativo real for o salário, cuidado.

  1. A empresa está te apressando a tomar uma decisãoCuidado com empregadores que exigem que você tome uma decisão na pressão. Nunca é um bom sinal. Emprego novo não deve ser uma “compra de impulso”.