Acredite: fim de ano é época favorável para buscar emprego

Embora muitos acreditem que o período de festas de fim de ano seja ruim para procurar emprego, para especialistas em recursos humanos a época favorece quem busca uma vaga no mercado de trabalho.

“Acho que é uma excelente hora porque muitos vão viajar. Muitos acham que não há demanda, mas a área de contratação não pára, principalmente na área de varejo”, avalia Pedro Scigliano Júnior, gerente regional da agência de empregos Gelre, em São Paulo.

Nesta época, a queda na procura por trabalho chega a 40% nas unidades do Centro de Apoio ao Trabalho (CAT), da Secretaria Municipal do Trabalho de São Paulo, de acordo com o coordenador, Fernando Cerqueira.

Segundo Cerqueira, a razão está na crença de que não há oportunidades disponíveis nesta época. “Mas as vagas surgem ao longo do ano, e muitas são efetivas”, diz.

Segundo os especialistas, as áreas que mais buscam empregados nesta época são o comércio, em razão do pós-venda, e os serviços, em razão das férias escolares.

Menor oferta

Marcelo Scalabrini, diretor de negócios da S&L, empresa de recrutamento e seleção, pondera que, para os candidatos a uma vaga de emprego, a oferta reduzida é compensada pela baixa procura.

Para ele, as contratações não estão no auge, mas “as oportunidades existem, os processos de seleção continuam, mesmo que seja para o início do ano. Por isso, na minha opinião, a hora é sim de se preparar e buscar oportunidades para um início do ano bem otimista”, avalia Scalabrini.

A dica, de acordo com Scalabrini, é procurar até o Natal e após o Ano Novo, porque, entre esse período, muitas empresas param para as festas.

“Mas, no inicio de janeiro, com certeza no primeiro dia útil, haverá uma retomada do preenchimento das oportunidades. As empresas iniciam seu ano fiscal e, para a maioria delas, é hora de contratar o que deixou pendente no ano anterior.”

Maior procura

Fernando Cerqueira, do CAT, disse que, passado o período de festas, nos primeiros dias de janeiro, aumenta em até 30% a procura por trabalho nos centros de recrutamento.

“É cultural as pessoas procurarem emprego depois que as festas acabam, mas há uma queda natural na oferta de empregos em comparação com as vagas temporárias abertas entre outubro e dezembro. A retração é porque as empresas analisam como será o panorama econômico no próximo ano antes de abrir vagas.”

Mas o coordenador do CAT aconselha que os candidatos procurem emprego em qualquer época do ano, mesmo em janeiro, quando surgem muitas chances principalmente no setor de serviços, em virtude das férias.

Fonte: http://g1.globo.com/Noticias/Concursos_Empregos/0,,MUL920064-9654,00-FIM+DE+ANO+E+EPOCA+FAVORAVEL+PARA+BUSCAR+EMPREGO+DIZEM+ESPECIALISTAS.html

“Você já teve algum problema com o seu chefe?” – Como responder a essa pergunta?

Perguntas como essas podem ser complicadas porque muitas pessoas deixam seus empregos justamente por ter tido algum conflito com seu chefe. Nestes casos, o entrevistador quer descobrir se você  é um profissional que sabe trabalhar em equipe.

Sua melhor opção é não falar sobre conflitos com seu chefe. Evite descrever casos assim e prefira focar em casos específicos (onde a discordância se deu sobre pequenos detalhes) que foram resolvidos e terminaram bem.

Por exemplo: “Tenho a sorte de ter tido relações muito positivas com meus gestores. Em meu último emprego, meu gerente e eu discordamos sobre qual seria a melhor data de lançamento de um projeto. Eu apresentei argumentos fortes para que a minha data fosse a escolhida. No entanto, ele colocou outros argumentos que eu não tinha conhecimento e ficou claro que a sua opção estava mais alinhada com os objetivos macro da companhia.”

Feche falando sobre a importância da comunicação e de escutar os argumentos, tanto de gestores como de subordinados.

5 razões para ser descartado de cara em seleções de emprego

Uma tendência comum de quem procura emprego é se candidatar ao maior número possível de oportunidades profissionais. Como grande parte das seleções começa pela internet, candidatos percorrem uma maratona de sites priorizando, muitas vezes, a quantidade em detrimento da qualidade das inscrições.

Quanto mais melhor? Nem sempre, segundo a especialista em RH da VAGAS.com, Viviane Candido. Por mais competente que uma pessoa seja, seu currículo não vai passar pela triagem inicial, caso cometa erros ou lance mão de estratégias na fase online como estas a seguir:

1. Falta de foco na candidatura

Candidatar-se a uma oportunidade fora do seu escopo profissional é certeza de ser eliminado de cara, segundo a especialista. “Os recrutadores fazem uma triagem online das candidaturas e usam palavras chave ligadas ao perfil específico da vaga”, diz Viviane.

Os currículos são classificados por ordem de aderência à oportunidade. Portanto, erra quem investe tempo se candidatando a posições que não estão relacionadas à sua área de atuação. “A pessoa nunca vai ser chamada, vai mostrar ao recrutador que está desesperada e isso só vai gerar mais frustração”, diz.

2. Desatenção com informações básicas

É quase inacreditável mas há quem se esqueça de colocar, por exemplo, o telefone de contato. Equívocos de digitação no e-mail também acontecem, segundo a especialista. “Um erro besta de informação ou de português pode eliminar um candidato”, diz Viviane.

A conclusão de um recrutador é simples: se o profissional não tem atenção nem com o próprio currículo que é seu documento de apresentação, no dia a dia de trabalho sua concentração também vai deixar a desejar.

3. Negligência com teste online

Não dar a devida importância para essa fase pode custar a participação da seleção, de acordo com a especialista “Se há uma primeira etapa com testes online, significa que a prova é eliminatória”, diz Viviane.

É a alta pontuação que vai destacar tecnicamente um candidato dos demais e garantir a sua permanência no processo. Alguns dos cuidados que ela indica são o horário de agendamento do teste e a escolha do local para fazer a prova. Escolha um lugar tranquilo e evite interrupções para não perder a concentração.

4. Displicência na entrevista por vídeo

Na Vagas.com, entrevistas online fazem parte de todas as seleções para oportunidades na empresa. No entanto, há candidatos que parecem não ter a menor ideia de como se comportar em frente a uma webcam. “A postura do candidato deve ser a mesma que ele teria em uma entrevista presencial”, diz Viviane.

Má qualidade da conexão com a internet na hora de participar de uma entrevista por videoconferência e outros problemas estruturais do local escolhido – barulho, falta de iluminação ou de organização – podem até parecer contratempos inofensivos, mas também podem resultar numa eliminação, segundo a especialista de RH do Vagas.com.

5. Falta de informação sobre a empresa

Negócio, o setor, a história, os valores da companhia, seus concorrentes, o momento de mercado e para onde ela caminha. Buscar todas essas informações faz a diferença na entrevista.

Por outro lado, o desconhecimento vai revelar a falta de visão de negócios, habilidade que salta aos olhos de qualquer recrutador. “ As empresas estão buscando pessoas que atuem também estrategicamente e não apenas operacional ou taticamente”, diz Viviane.

Fonte: http://exame.abril.com.br/carreira/5-razoes-para-ser-descartado-de-cara-em-selecoes-de-emprego/

Dicas para ter sucesso na carta de apresentação profissional

A carta de apresentação serve para compor a entrega do seu currículo a um selecionador de forma objetiva, ou seja, diretamente para ele. Diferentemente do currículo, que não é direcionado a uma empresa determinada e uma vaga de emprego especifica, sendo realizado de forma engessada, a carta de apresentação busca gerar aproximação entre o recrutador e o candidato.

Quando você for apresentar-se e mostrar seu currículo a um selecionador leve uma carta de apresentação datada, fazendo referência à vaga escolhida e a pessoa de qual empresa está sendo direcionado o material curricular que a acompanha.

Ao contrário do currículo, que jamais deve ser assinado, a carta de apresentação requer esse ar de pessoalidade e, assinada, dará um ar de feita especificamente pensando em como se apresentar para aquele selecionador.

Você jamais terá uma segunda chance para causar uma boa primeira impressão. Portanto, cuidado para ao invés de, tentando ajudar, não acabar atrapalhando a apresentação do currículo com vocabulário impróprio. Formalidade nessa hora é o mínimo esperado.

Como você estará mandando para uma posição determinada e alguém especifico faça um comparativo breve de suas experiências profissionais com o pedido no anúncio da vaga mostrando, resumidamente, o que já fez e que está dentro do buscado na seleção.

Não seja longo, quem vai descrever seu histórico profissional é o seu currículo e não a carta de apresentação. Nela você irá fazer menção ao que fez em até 4 parágrafos e apenas o que está sendo  pedido pelo selecionador no anúncio da vaga.

Fonte: http://www.administradores.com.br/artigos/carreira/dicas-para-ter-sucesso-na-carta-de-apresentacao-profissional/99043/

Robôs podem ser o futuro das entrevistas de emprego

O futuro das entrevistas de trabalho pode te deixar horrorizado. Jake Rosen, por exemplo, se sentiu assim.

Rosen, recém-formado da Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA), se candidatou para ser assistente da NBC quando soube que não teria que ir a um escritório para conversar com um ser humano sobre suas habilidades. Em vez disso, ele foi entrevistado por webcam, em um laptop.

Falamos do Skype, certo? Errado, nada tão pessoal assim. Ele gravou suas respostas e enviou para um gerente de Recursos Humanos da NBC para que fossem analisadas segundo a conveniência da companhia.

Trata-se de uma entrevista robô e funciona mais ou menos assim. Na experiência mais humana, um gerente de RH, que também não tem tanta prática na arte dos vídeos digitais, entrega perguntas gravadas. Ou, se realmente se trata do senhor Robótico, uma pergunta aparece na tela. Você tem um período de tempo limitado para responder. Você conversa com seu computador, grava as respostas e reenvia à companhia. Às vezes aparece uma pergunta de teste para que os candidatos se acostumem a falar com a câmera. Às vezes não. Muitas vezes, no fim, você tem a chance de regravar suas respostas.

Para os tímidos, esta poderia ser a realização de um sonho. Não é necessário dar um aperto de mão firme e, claro, nem usar perfume. Além disso, não é verdade que todo mundo gostaria de ter a opção de refazer tudo após inventar algo ou murmurar durante a resposta?

Para todos os demais, na melhor das hipóteses, a situação é incômoda. Trata-se de um encontro bastante artificial, um pouco parecido como o FaceTime, exceto pelo fato de que você é obrigado a olhar para seu próprio rosto grande e nervoso na tela enquanto fala das razões pelas quais quer trabalhar para a empresa.

A sensação é mais semelhante a atuar para uma plateia invisível do que ter uma conversa, porque em essência é exatamente isso. Desacostumado à câmera, Rosen ficou nervoso desde a primeira pergunta, o que afetou o restante da entrevista, disse ele.

“Não sou uma estrela do YouTube, obviamente”, disse ele. “Falar com a câmera é uma experiência muito estranha. Honestamente, foi horrível.” Jamie Black, que sofreu com a experiência da entrevista em vídeo para um emprego em uma escola, disse que se sentiu “mais em um game show do que em uma entrevista”.

Para muitos de nós, essa experiência em breve será inevitável. As entrevistas de emprego em vídeo e sem seres humanos estão em ascensão.

A HireVue, uma das poucas companhias que produzem softwares para entrevistas em vídeo, trabalha com 600 grandes organizações, incluindo Deloitte, JPMorgan Chase, Under Armour e a maior parte das grandes empresas aéreas dos EUA.

Neste ano, a empresa realizará 2,5 milhões de entrevistas, contra 13.000 cinco anos atrás. Cerca de 90 por cento destas são entrevistas “sob demanda”, sem ninguém ao vivo do outro lado.

O melhor conselho pode ser simplesmente relaxar.

Fonte: http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/robos-podem-ser-o-futuro-das-entrevistas-de-emprego

As áreas que estarão em alta no mercado de trabalho em 2017

Contratações ocorrerão em ritmo moderado e seletivo e quem busca uma recolocação profissional precisará ter paciência e flexibilidade. Estas tendências foram apontadas na edição 2017 do guia salarial da consultoria Robert Half, divulgado nesta terça-feira (04/10). As empresas continuarão buscando a redução de custos e focarão na qualidade do quadro de funcionários para garantir competitividade quando o cenário melhor chegar, segundo Fernando Mantovani, diretor de operações da Robert Half.

A consultoria ouviu 100 diretores de Recursos Humanos e 83% deles disseram que manterão as contratações pelos próximos 12 meses  tanto para repor posições disponíveis quanto para preenchimento de novas vagas. Porém, a consultoria analisa que apesar do alto número de profissionais disponíveis no mercado — devido à crise e alto desemprego — o tempo de recrutamento está aumentando e a disputa será mais acirrada. As empresas têm tido dificuldade em encontrar o profissional adequado devido ao maior número de currículos por vaga, aumento da expectativa dos candidatos em relação à vaga, maior número de candidatos aceitando contraproposta e etapas mais numerosas nos processos seletivos.

Este tipo de ambiente também não favorecerá uma recolocação profissional — especialmente se ela exigir a manutenção do salário, de acordo com a análise da consultoria. “Há profissionais que, mesmo sem o preparo ideal, foram sendo promovidos quando o mercado estava aquecido e agora encontram barreiras diante na nova realidade econômica do país”, afirma Mantovani. Segundo ele, é preciso neste momento que o candidato analise pontos que vão além da remuneração, como compatibilidade entre a oportunidade e os projetos profissionais, perspectivas de carreira dentro da companhia num período entre seis meses e um ano e as oportunidades de recuperar o ganho no longo prazo.

Em 2017, a tendência é de que os salários mantenham-se estáveis, sem reajustes elevados, segundo a Robert Half. Os gestores de RH projetam um acréscimo de até 10% na remuneração fixa, considerando a inflação. “Dessa forma, as empresas deverão concentrar-se mais em ganhos variáveis robustos como forma de valorizar o esforço dos funcionários no cumprimento e superação das metas”.

O guia salarial indica especificamente estratégias de recrutamento e tendências em oito áreas: engenharia, finanças e contabilidade, vendas e marketing, jurídico, mercado financeiro, recursos humanos, seguros e tecnologia. Confira abaixo:

Engenharia 

Perfil do profissional buscado: versatilidade, boa comunicação, habilidade de relacionamento com outras áreas, flexibilidade
Demandas: vendas técnicas, melhoria contínua e supply chain principalmente [levantamento
realizado pela Robert Half com 230 profissionais de supply chain revelou que 76% deles acreditam que a área manterá o atual nível de crescimento ou avançará ainda mais nos próximos anos]
Oportunidades: agronegócio, alimentos, indústria química, bens de consumo, tecnologia e equipamentos médicos

Finanças e contabilidade

Perfil do profissional buscado: versatilidade, habilidade de negociação e comunicação, inglês, estabilidade, trabalho em equipe e foco nos resultados
Demandas: fiscal, contábil, controladoria, auditoria
Oportunidades: agronegócio, exportação, setor farmacêutico, indústria da beleza e tecnologia

Segundo o guia, as principais preocupações dos CFOs para 2017 são acompanhar as mudanças tecnológicas da área (42%), estar em conformidade com as demandas regulatórias e de compliance (26%), fazer a gestão de um grande volume de dados (13%) e atender a padrões de relatórios de finanças e contabilidade (13%). 95% dos CFOs consultados estão preocupados com suas equipes entregarem as metas em 2017.

Para 80% dos CFOs, a rotatividade em finanças aumentou nos últimos 12 meses, sendo que 23% consideram que houve um crescimento significativo.

Jurídico

Perfil do profissional buscado: faculdade de primeira linha, estabilidade no currículo, visão de longo prazo, inglês e perfil comercial
Demandas: contencioso cível, consultivo e contencioso trabalhista, consultoria tributária, advogado generalista, sócios
Oportunidades:  tributário, cível, trabalhista e concorrencial e compliance

Segundo o guia, há uma grande procura por advogados com espírito empreendedor, que tenham a capacidade de gerar novos negócios. À bagagem técnica, que permanece muito valorizada, deve ser acrescida a habilidade comercial ou uma boa carteira de clientes para que o advogado sênior suba o próximo degrau na carreira. Nas empresas, segue em alta o perfil de advogado mais generalista.

Mercado Financeiro

Perfil do profissional buscado: postura de dono, afinidade com tecnologia e inglês
Demandas: compliance, auditoria, controles internos
Oportunidades:  fintechs, meios de pagamento, fundos de private equity e reestruturação de crédito

O guia chama atenção para novos tipos de profissionais que estão sendo buscados dentro das startups financeiras, as fintechs. “São profissionais inovadores e com apetite pelo risco. Candidatos que preencham esses requisitos e possuam sólido conhecimento do mercado
financeiro têm chances de contratação, pois o profissional mais arrojado e com visão estratégica
ganha mais espaço do que o perfil clássico e mais conservador”.

Recursos Humanos

Perfil do profissional buscado:  inglês, proatividade e olhar estratégico
Demandas: coordenador, gerente generalista, analista de folha de pagamento e departamento pessoal, analista sênior de remuneração e benefícios
Oportunidades:  energia, startups de tecnologia e setor farmacêutico

Segundo o guia, o setor de Remuneração e Benefícios estará em alta e o profissional de RH será cobrado por inovação e versatilidade na estruturação dos cargos e salários. O grande desafio será encontrar espaços para reestruturações, ao mesmo tempo em que se mantém a preocupação com a retenção de talentos, elaborando pacotes atrativos.

Além do perfil mais generalista, o profissional precisa saber sobre o negócio de fato. Não será suficiente entender apenas dos subsistemas de RH e de regulamentação trabalhista.

Seguros

Perfil do profissional: inglês e perfil empreendedor
Demandas: ramos elementares
Oportunidades: startups e e-commerce

O guia chama atenção para a crescente venda de seguros on-line — e o profissional precisa se adaptar a isso. “Será uma evolução natural do setor e todos precisarão se adaptar”

Tecnologia

Perfil do profissional:  experiência sólida, inglês, perfil mais interativo e relacionamento interpessoal
Demandas:  gerente de projetos, gerente de tecnologia voltado à inovação, Devops, consultor funcional, analista de negócios, analista de suporte
Oportunidades: empresas mobile e web, startups em geral, fintechs e varejo

A demanda é por um profissional híbrido, segundo o guia, que seja capaz de programar em qualquer linguagem, principalmente para IOS e Android. “Chamado de full-stack, o perfil é buscado também para cargos mais operacionais”.

O guia também chama atenção para o Big Data (lidar com grande volume de dados). Profissionais deste setor precisam mesclar cada vez mais conhecimentos de TI com estatística para conseguirem traduzir os dados de negócio em informações estratégicas para a tomada de decisão.

Vendas e marketing

Perfil do profissional:  inglês, visão 360 graus do negócio, boa comunicação, perfil analítico e liderança
Demandas: Key account, gerente de vendas, trade marketing, consultor comercial
Oportunidades: agronegócio, alimentos, serviços, tecnologia, health care B2B, farmacêutico, bens de consumo

Segundo o guia, o perfil consultivo, até então valorizado pelas empresas, precisa ser atualizado. O profissional precisa avançar fronteiras e conquistar novos mercados. O chamado perfil hunter (caçador) é o mais valorizado. “Apenas uma boa carteira de clientes não será suficiente para os profissionais de venda garantirem um lugar no mercado, porque as empresas precisam ir além”

Fonte: http://epocanegocios.globo.com/Carreira/noticia/2016/10/areas-que-estarao-em-alta-no-mercado-de-trabalho-em-2017.html

Mercado de trabalho: estrangeiros de saída do Brasil

A recessão que castiga o mercado de trabalho e trava investimentos tem tirado oportunidades e desempregado uma mão de obra considerada importante por especialistas para o setor produtivo brasileiro aprimorar processos, incorporar novas tecnologias e aumentar a visibilidade do país no exterior. Relatório do Ministério do Trabalho mostra que, no primeiro semestre de 2016, o número de autorizações concedidas a estrangeiros para trabalharem no Brasil teve uma queda de 21% em relação ao emitido no mesmo período do ano passado. Passou de 18.213 para 14.477 vistos nos primeiros seis meses de 2016. A queda se deu na mesma proporção do recuo registrado em 2015, primeiro ano da recessão, quando os vistos para trabalho somaram apenas 36.868, frente aos 46.740 emitidos no ano anterior.

O número total de estrangeiros trabalhando no país, que vinha crescendo ano a ano desde o começo desta década, também já dá sinais de recuo, segundo levantamento da Associação Nacional de Estrangeiros e Imigrantes. No primeiro trimestre de 2016, 7.400 postos de trabalho eram ocupados por expatriados, 2.000 a menos do que no mesmo período do ano passado. Só entre 2011 e 2013, por exemplo, o número de trabalhadores estrangeiros no mercado formal de trabalho brasileiro cresceu 50,9%, de acordo com o Ministério do Trabalho.

“A crise brasileira não poupa ninguém. Nem esses estrangeiros, que são bastante qualificados. Muitos perderam seus empregos porque a empresa estava em má situação financeira. A situação econômica do Brasil também diminui as chances de outros pedirem transferência. Esperamos que, quando a economia voltar a crescer, esse quadro se reverta. O Brasil nos últimos anos foi um campo atraente para estrangeiros dos ramos de petróleo, financeiro e da saúde”, conta o peruano Grover Calderón, presidente da associação de estrangeiros.

Fonte: http://epocanegocios.globo.com/Carreira/noticia/2016/10/mercado-de-trabalho-estrangeiros-de-saida-do-brasil.html

Entrevista de Emprego: os 5 Erros mais Comuns

A entrevista de emprego está muito ligada à observação: tudo o que você disser e fizer estará sendo avaliado. Fique atento aos 5 erros mais comuns e tenha mais sucesso na sua próxima entrevista:

1. Chegar atrasado na sua entrevista de emprego

Chegar atrasado na sua entrevista de emprego é um dos erros mais graves que podem ser cometidos, de acordo com boa parte dos entrevistadores e especialistas em seleção. Entre as principais características observadas na entrevista de emprego estão, com certeza, a seriedade e profissionalismo. Chegando atrasado na sua entrevista de emprego você demonstra (antes mesmo de começar a falar) justamente falta de seriedade e falta de profissionalismo.

Procure conhecer o local onde você vai realizar sua entrevista. Se possível, visite-o pessoalmente alguns dias antes. Seja de táxi, carro, metrô, ônibus ou trem, planeje previamente a melhor rota, evitando surpresas de última hora. Outra dica simples é sair de casa adiantado. É melhor ficar esperando e garantir o horário do que chegar atrasado e apresentar desculpas esfarrapadas para o seu entrevistador. Aliás, não são todos entrevistadores e empresas que aceitam candidatos chegando atrasados para a entrevista, a maioria simplesmente cancela a entrevista dos atrasados e passa as pessoas já presentes na frente.

2. Roupas inadequadas para o ambiente da empresa

É um erro comum que, embora não pareça muito sério, pode derrubar um bom candidato. Não estamos afirmando que as empresas exigem que você vista ternos ou roupas caras, mas elas exigem, sim, que o vestuário esteja adequado. O ideal é pesquisar com antecedência o ambiente da empresa e chegar vestido de acordo, de preferência um pouco mais formal.

Em geral, os entrevistadores não vão repreender um candidato por usar roupas inadequadas, mas esse detalhe vai ser anotado e usado como critério de reprovação. O principal fator de um candidato deve ser seu conteúdo e conhecimento, mas uma boa apresentação e uma boa presença são fundamentais.

3. Inventar ou mentir atributos profissionais na entrevista de emprego

Eis uma tática utilizada por muitos candidatos e que nunca dá certo. Mesmo que durante o currículo você consiga dissimular e colocar habilidades “extras”, na hora da entrevista de emprego a sustentação de tais mentiras pode ser inviável. A empresa precisa de inglês avançado e você só tem o básico, diga a verdade. Se realmente precisaram de inglês avançado, procure outra vaga, procure outra empresa.

Se você conseguir passar pela entrevista é ainda pior. Imagine estar contratado e depois a empresa descobrir que você na verdade não tinha os atributos necessários, o que pode resultar em demissão. Quanto mais tempo a mentira permanecer, mais energia será necessária para mantê-la e pior será a repercussão quando ela acabar.

4. Atitude passional em relação ao(s) emprego(s) anterior(es)

Um teste muito comum feito pelos avaliadores durante a entrevista é pedir para você falar ou descrever o seu antigo emprego. É um excelente momento para avaliar a sua maturidade. Evite falar mal de seu antigo chefe ou emprego, mesmo que você realmente tenha motivo para isso.

Quando lhe for perguntado sobre o emprego anterior durante a entrevista, seja profissional, direto, não se prenda a detalhes e opiniões. Se lhe for perguntado durante a entrevista de emprego o motivo pelo qual você saiu do emprego anterior, diga a verdade de forma clara, sem julgamento. Diga que está buscando uma melhor oportunidade, diga que procura um emprego melhor e com mais perspectiva. Em geral, este é realmente o motivo pelo qual a maioria das pessoas muda de emprego.

5. Falta de eloquência, linguagem de baixo nível e humor desnecessário na entrevista de emprego

Entrevista de emprego, antes de tudo, é um momento de seriedade. É um teste durante o qual você deve fazer o seu melhor. Seja formal, seja educado, evite usar gírias e expressões chulas, procure articular bem as suas frases, jamais tente usar a velha tática de “falar, falar e não dizer nada”. O entrevistador é treinado para identificar o seu conteúdo e potencial.

Outro recurso que deve ser evitado é o humor. Não tente socializar ou “descontrair o ambiente”. Pode ser que o entrevistador não veja graça no seu humor e você crie uma situação constrangedora desnecessária.

Fonte: http://www.guiadacarreira.com.br/carreira/emprego/entrevista-emprego-o-que-nao-fazer/

Garra e criatividade na hora de buscar emprego

Depois de muito esforço, a recompensa finalmente chegou para a família Veloso. O pai Misael Bueno Veloso, de 39 anos, conseguiu um emprego de motorista com a ajuda de toda a família, que entregou centenas de cópias do currículo do pai em um semáforo de Sorocaba, interior de São Paulo.

Segundo o G1, a ideia partiu de da esposa Regiane, que não aguentou ver o desespero do marido para conseguir uma recolocação e decidiu imprimir 400 cópias do currículo para distribuir no semáforo junto com Misael e o filho Natan, de 13 anos.

Mas nem dona Regiane, Misael e muito menos Natan poderiam acreditar o quão longe essa história poderia chegar. Natan ficou conhecido na internet depois que a estudante Laleska Bruschi compartilhou no Facebook o que o menino estava fazendo para ajudar o pai.

“Hoje quando parte no semáforo fui abordada por um menino, tinha no máximo 14 anos e eu já fui procurar se tinha algumas moedas no carro para entregar quando ele me disse a seguinte frase: ‘me ajuda, meu pai precisa de um emprego’ e me entregou esse currículo”, escreveu Buschi, com a foto do currículo. “Acho válido usar as redes sociais para algo realmente útil! Se alguém estiver contratando, ou souber de alguém que esteja.”

A postagem feita em 28 de julho recebeu mais de 6,7 mil curtidas e quase 3 mil compartilhamentos, tornando a história da família um grande viral nas redes.

“Na verdade, eu não queria ir, mas pensei que aquilo poderia ajudar o meu pai e fui”, disse Natan ao G1.

“Entreguei para várias pessoas e uma delas [Bruschi] pegava moedas quando eu disse que só queria entregar o currículo. Eu não imaginava onde ele [o currículo] poderia chegar, mas é bom ver meu pai feliz.”

A família não sabe de onde veio a indicação da vaga, mas está muito feliz com toda a repercussão e o resultado. Misael começa no novo emprego na próxima semana, em Sorocaba. “Sempre há esperança”, disse o mais novo contratado.

Fonte: http://www.brasilpost.com.br/2016/08/05/pai-emprego-curriculo-no-farol_n_11352990.html

7 erros de postura durante uma entrevista de emprego

O ambiente da entrevista de emprego não é dos mais confortáveis. Por isso, muitas pessoas acabam cometendo erros que podem valer a vaga. “Normalmente, os candidatos não têm consciência de que estão cometendo uma falha, e isso os leva a armadilhas”, diz Reinaldo Polito, mestre em Ciências da Comunicação e professor de expressão verbal.

Outro forte motivo para que os deslizes apareçam é o nervosismo. “Quando a pessoa está muito nervosa, fato comum quando se sente avaliada, costuma apresentar comportamentos negativos e prejudiciais às suas pretensões”, complementa.

Lembre-se, então, de que o corpo também fala e é preciso prestar atenção não só naquilo que você fala, mas também na postura que tem durante a entrevista. “Uma forma de perceber insegurança é através da voz trêmula, quando a pessoa senta muito no canto da cadeira ou quando ela não olha nos olhos, por exemplo. A antipatia é percebida quando a pessoa balança a cabeça em negativa, vira os olhos em sinal de protesto ou fica tão retraída a ponto de ficar instransponível. E o temido nervosismo aparece quando a pessoa gagueja, usa vícios de linguagem, transpira demais, fica com a voz embargada ou os olhos mareados”, conta Cíntia Bortotto, consultora de RH.

Porém, por mais que seja difícil controlar esses sintomas, há formas de evitar que os erram apareçam. “O principal ponto é o autoconhecimento. Quando você sabe quais são os pontos a desenvolver fica mais fácil se preparar para as perguntas. Quem se conhece faz isso de forma natural e madura”, revela Cíntia. Outro aliado é o preparo para o processo seletivo. “Quanto mais você participa de processos seletivos, melhor você vai se comportando neles, porque você vai adequando o que julgou que não foi tão positivo quanto você gostaria”, avalia a profissional.

Saiba ainda quais são as características do cargo para o qual você está se candidatando. “Veja, por exemplo, que tipo de competências e experiências são exigidas para que o profissional assuma a função. Dessa forma, você poderá dirigir as suas respostas e o rumo da conversa para as suas qualificações que se adequem ao que a empresa necessita”, recomenda Polito. Veja a seguir os erros mais comuns durante as entrevistas de emprego.

1. Agir com arrogância

Durante a entrevista, não é legal parecer uma pessoa que se basta ou que é a melhor de todas. “Para concorrer a uma vaga, é positivo demonstrar que se tem autoconhecimento suficiente para saber onde pode contribuir e o que pode melhorar, afinal ninguém se basta”, avalia Cíntia.

Quando o candidato se apresenta com ar prepotente e vaidoso, acaba criando resistências e antipatias desnecessárias. “As demonstrações são fáceis de identificar: cabeça levantada, olhar vindo de cima para baixo, gestos medidos e artificiais e preocupação excessiva com a aparência são algumas delas”, enumera Polito.

2. Esconder-se do entrevistador

Nem se gabar demais, nem se esconder demais. Não se preparar para a entrevista e não saber trazer bons exemplos de comportamento, ou traduzir sua experiência em resultados, são pontos negativos. “Se o candidato se apresentar de maneira tímida, desconfortável e hesitante pode dar a impressão de pessoa frágil, que não tem domínio sobre o que fala e, consequentemente, compromete sua credibilidade”, diz Polito.

Os sinais, nesse caso, são vários, como fugir constantemente com os olhos, esfregar as mãos nervosamente e cruzar e descruzar as pernas.

3. Falar demais e se perder nas respostas

Fale de maneira natural e espontânea. “Alguns candidatos falam muito e acabam se perdendo na resposta e cansando o entrevistador, que tem um tempo para falar com a pessoa. Isso pode contar pontos negativos”, diz Cíntia. Por isso, mostre energia, envolvimento e interesse ao falar. “Mas não é para subir no palanque e fazer um discurso. Lembre-se sempre da naturalidade”, salienta Polito.

4. Parecer indeciso

Não mostre que você deixou-se levar pela vida. “Isso dá a entender que você teve escolhas conscientes. Este tipo de candidato demonstra que aceitou de bom grado tudo o que a vida lhe ofereceu, mas não tomou a frente fazendo escolhas, e, em geral, não tem um plano do que quer para a sua carreira”, ressalta Cíntia.

5. Usar vícios de linguagem

Eles são típicos dos candidatos que estão nervosos. Mas você deve evitá-los ao máximo. “Não use ‘né?’, ‘tá?’ ou ‘entende?’ ao final das frases. Expressões como ‘tipo assim e ‘na verdade’ e outros ruídos desnecessários como ã e é nas pausas das frases também não são bem vistos”, diz Polito.

Cuidado com as palavras rebuscadas e redobre a atenção com os estrangeirismos. “Você pode usar termos técnicos, mas não exagere. Lembre-se de que o entrevistador não é especialista na sua área”, adverte Polito.

6. Abusar da presença de espírito

Usá-la em alguns momentos é até proveitoso, mas não tente bancar o palhaço. “Excesso de brincadeiras só atrapalha”, indica o professor. A ironia fina e o humor sutil demonstram inteligência e preparo intelectual. Piadas pesadas e de humor rasteiro estão vetadas, já que podem levar à vulgaridade.

7. Mentir

É importante que você faça uma lista dos desafios profissionais que superou e dos resultados que conquistou. “Mas não minta, pois isso será uma grave falha na avaliação do recrutador”, aconselha Polito. Dê informações que o valorizem, mas não as invente.

Fonte: http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/7-erros-de-postura-durante-uma-entrevista-de-emprego